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Tutorial instalação do Linux Ubuntu no VirtualBox
Usar uma Máquina Virtual é uma boa solução para trabalhar com Ubuntu ( ou qualquer outro SO ) quando não se tem acesso a outra máquina ou não querem criar uma nova partição para o instalar.
Assim, com este guia pretendo mostrar como é fácil criar uma Máquina Virtual no VirtualBox para instalar o Ubuntu. Os passos de instalação de Ubuntu são simples e encontram-se bem documentados pela net.
Nota: Irei designar “Máquina Virtual” por VM (Virtual Machine), como abreviatura usada internacionalmente.
O VirtualBox é uma aplicação de virtualização onde é possível criar máquinas virtuais para a instalação de diversos Sistemas Operativos, sem afectar o vosso sistema actual. Está disponível para Linux, Mac e Windows e é uma boa alternativa ao VMware e VirtualPC.
Vamos começar? (Depois do VirtualBox estar instalado)
No VirtualBox, carregar no Botão “Novo” (New), que irá abrir o “Assistente de Criação de Máquina Virtual” para criar uma nova VM.
1- Nome: Iremos dar um nome a nossa VM e o tipo de Sistema Operativo que irá ser instalado:
2- Memória : Escolher a quantidade de memória Ram que irá estar disponível para a VM, neste exemplo irei usar 384MB.
3- Disco Rígido Virtual : A VM irá estar instalada num disco rígido virtual. Este disco rígido virtual será visto por ti ou pelo sistema nativo como um simples ficheiro, mas dentro do VirtualBox é um Disco Rígido.
Para criar um novo, carregue em “Novo” que irá abrir o “Assistente de Criação de Discos Rígidos Virtuais”.
Temos 2 hipóteses a nossa disposição
- Armazenamento Expandido Dinamicamente: Vai ser usado espaço no teu sistema a medida que for necessário. Irá crescer dinamicamente a medida que o SO instalado precisar de espaço. Tem como desvantagem que a VM poderá ser um pouco mais lenta.
- Armazenamento de Tamanho Fixo: O espaço vai ser reservado na sua totalidade, criando um ficheiro com o tamanho do disco virtual que se desejar. O tempo de criação irá ser superior a opção anterior por causa desta reserva.
Neste exemplo as opções escolhidas foram:
- Armazenamento Expandido Dinamicamente
- Tamanho 6.00 GB (recomendo no mínimo 4GB)

Passando estes passos a Máquina Virtual está criada e aparece do lado esquerdo no VirtualBox.
Carregar no botão “Definições” vai dar acesso a mais opções da nossa VM. Agora chegou a altura de uns últimos detalhes.Na secção “Geral”, no separador “Avançado” é preciso escolher a opção “Activar PAE/NX” - NOTA: Está opção é necessária para o Ubuntu Server
Na secção “CD/DVD-ROM” devem activar a opção “Montar o Dispositivo CD/DVD” e escolher onde está o cd do Ubuntu – que pode ser físico ou um ISO (como neste exemplo)
Podem testar as outras opções e procurar mais informações na Internet, mas no âmbito desde Guia, está tudo pronto para instalar o Ubuntu
Agora só falta mesmo “Iniciar” a VM e escolher a opção “Instalar Ubuntu”. Será seguirem os passos da Instalação, que são simples, sem afectar a vossa máquina e está pronto a usar.
Obs:
- A placa de rede da VM vem como padrão em Modo NAT, por isso, desde que a vossa máquina tenha acesso a Net, a VM também irá ter sem precisar de nenhuma configuração extra;
- Tal como o nome indica, isto é uma Máquina Virtual. Não tem acesso, por exemplo, a placa gráfica que estiver instalada no computador. Assim não é necessário instalar drivers de nenhum hardware que esteja na vossa máquina.
maio 14, 2010 No Comments
Tutorial de Instalação do Apache, PHP e MySQL no Ubuntu
Tutorial de Instalação do Apache, PHP e MySQL no Ubuntu
Nesse Tutorial você vai aprender…
- Básico da instalação de pacotes no Ubuntu
- Instalação e estrutura básica do Apache 2 no Ubuntu 8.04
- Instalação do PHP5
- Instalação do MySQL
Instalação de pacotes no Ubuntu
Distribuições Linux, em sua maioria, gerenciam os aplicativos utilizando pacotes que podem facilmente ser baixados, instalados e configurados no ambiente do sistema operacional.
Gerenciador de Pacotes Synaptic
O Ubuntu, por padrão, vem com o excelente gerenciador de pacotes Synaptic. Para iniciar o Synaptic, basta acessar o menu Sistema > Administração > Gerenciador de Pacotes Synaptic, ou apertar Alt+F2 e digitar o comando gksudo synaptic.

A Inteface do Synaptic é bem simples. No centro existe uma lista de pacotes que corresponde ao filtro no painel da esquerda. Para cada pacote, há a opção de marcar para instalação e marcar para remoção. Na barra de ferramentas há um botão para recarregar a lista de pacotes, um para marcar os pacotes que possuem upgrade, um para aplicar as alterações marcadas, um para ver propriedades dos pacotes e um para busca. Utilizaremos a busca de pacotes para encontrar o que desejamos instalar:

Pacotes do Apache
Faremos uma busca por apache2 e marcaremos os seguintes pacotes: apache2 e libapache2-mod-php5.


Note que além desses pacotes que escolhemos, o Synaptic marca alguns outros. Essas são as dependências dos pacotes, ou seja, pacotes-filho necessários para que os pacotes-pai escolhidos funcionem.
Pacotes do PHP
Depois, buscaremos por php5 e marcaremos os pacotes:
- php5, o pacote principal
- php5-cli, para PHP em linha de comando
- php5-common, uma biblioteca raiz do PHP
- php5-curl, para bibiloteca CURL
- php5-gd, biblioteca manipulação de imagens via PHP
- php5-mysql, para conexão com bancos de dados MySQL
- php5-pgsql, para conexão com bancos de dados PostgreSQL
- php5-sqlite, para conexão com bancos de dados SQLite versão 2
- php5-sqlite3, para conexão com bancos de dados SQLite versão 3
- php5-sybase, para conexão com Sybase e Microsoft SQL Server
- php5-xsl, para aplicação de estilos XSL
- php-doc, documentação do PHP



Pacotes do MySQL
Por fim, buscaremos por mysql e marcaremos o pacote mysql-server.

Finalizando a Instalação
Para completar a instalação, aplicaremos as mudanças no botão “Apply” (Aplicar):

Após confirmar a instalação dos pacotes, o Synaptic fará uma conexão com o servidor do Ubuntu, baixará, instalará e configurará os pacotes selecionados. Durante a instalação, o configurador do MySQL pedirá uma senha, necessária para o usuário root do banco:

Digite a senha que preferir e prossiga, confirmando a senha e terminando a instalação. Se tudo ocorreu bem, ao acessar o endereço http://localhost/ você deverá ver a simpática tela de confirmação do Apache:

Configuração Básica
Os arquivos de publicação desse servidor ficam na pasta /var/www. Precisaremos adicionar permissões para que você possa alterar o conteúdo dessa pasta. Para isso, abriremos o nautilus (gerenciador de arquivos do Ubuntu) como administrador:

Digite Alt+F2. O comando gksudo é o comando padrão para executar tarefas como administrador. Após a tela do nautilus abrir, abriremos a tela de propriedades da pasta www e colocaremos as permissões para que qualquer pessoa possa criar e excluir arquivos:

Testando o PHP
Para testarmos o PHP, substuiremos o arquivo index.html por um arquivo index.php contendo o seguinte código:
<?php
phpinfo();

Ao acessar http://localhost/, você deverá ver uma tela de informações do PHP. Geralmente isso não ocorre, e o apache envia o arquivo para download.

Se isso ocorrer, basta reiniciarmos o apache digitando no terminal sudo apache2ctl restart (para abrir o terminal, aperte Alt+F2 e digite gnome-terminal). Isso recarregará as configurações e tudo deverá funcionar normalmente, exibindo o PHP Info ao acessar a URL http://localhost/.


Testando o MySQL
Só nos resta testar o MySQL. Para isso abriremos um terminal e digitaremos o comando mysql -u root -p, que conecta ao banco de dados local utilizando o administrador (usuário root). Esse comando pedirá uma senha, basta digitar aquela que você escolheu na configuração do MySQL lá em cima.

Se tudo correr bem, o prompt do monitor do MySQL estará disponível para digitar instruções

Parabéns! Tudo funcionou corretamente.
fevereiro 28, 2010 No Comments
Business Intelligence – Pentaho 3.5 com PostgreSQL
Business Intelligence – Pentaho 3.5 com PostgreSQL
Quando tive que implementar o Pentaho (backend) em um grande cliente, a necessidade para performance, logo: PostgreSQL. Encontrei pouca documentação explicando como fazer deploy na combinação: JBoss/Tomcat + PostgreSQL. Isto era na recente versão 3 e as referências eram todas para a versão 2, quando o Pentaho vinha out-of-the-box preparado para JBoss.
Recentemente tive que implementar a versão 3.5 e lembrei de postar este documento para a comunidade, ainda postarei um pacote .deb para facilitar as coisas aos mesmos sysadmins como eu =)
CONFIGURAR O APT
Editar o arquivo /etc/apt/sources.list conforme as linhas abaixo:
1 #
2 # deb cdrom:[Debian GNU/Linux 5.0.1 _Lenny_ - Official i386 DVD Binary-1 20090413-00:33]/ lenny contrib main
3
4 #deb cdrom:[Debian GNU/Linux 5.0.1 _Lenny_ - Official i386 DVD Binary-1 20090413-00:33]/ lenny contrib main
5
6 deb http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib
7 deb-src http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib
8
9 deb http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main contrib
10 deb-src http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main contrib
11
12
13 deb http://ftp.us.debian.org/debian lenny main contrib non-free
14
Para instalar os pacotes providos pelo repositório Debian, basta executar:
apt-get update
apt-get install postgresql-8.3
apt-get install openssh-server
apt-get install sun-java6-jdk
apt-get install vim
Baixe o Pentaho Biserver-ce 3.5: http://sourceforge.net/projects/pentaho/
CONFIGURANDO A SUÍTE Pentaho (CE) 3.5
CONFIGURANDO O BANCO DE DADOS PostgreSQL
Após instalar o PostgreSQL, é recomendável que você mantenha seus dados (partição com dados ou sua tablespace) em um disco de alta performance, SSD, por exemplo. RAID, opte por xfs com RAID 1+0. Separe também o seu pg_xlog. Não existe receita para tuning do PostgreSQL, tudo depende dos dados que terá em seu data warehouse, consulte um especialista.
Criar usuários hibuser e pentaho_user para o banco, esse procedimento deve ser realizado como usuário postgres:
su – postgres
postgres@biserver:/> psql
postgres=# CREATE USER hibuser password ‘password’;
CREATE ROLE
postgres=# create DATABASE hibernate owner hibuser;
CREATE DATABASE
postgres=# CREATE USER pentaho_user password ‘password’;
CREATE ROLE
postgres=# create DATABASE quartz owner pentaho_user;
CREATE DATABASE
postgres=# create DATABASE sampledata WITH ENCODING ‘SQL_ASCII’ owner pentaho_user;
CREATE DATABASE
Por enquanto é isto. Para quem deseja ter os relatórios exemplo que vêm com a Suíte Pentaho, deve importar os bancos disponíveis no diretório biserver-ce/data/postgresql/.
IMPORTANTO BASES DE RELATÓRIO PADRÃO
NOTA: Caso você deseje os relatórios padrão do Pentaho, siga com estes passos, caso contrário, pule para o próximo ítem Pentaho.
Base de dados SampleData: Esta base contém os dados de exemplo dos relatórios do Pentaho, porém está incompleta. Clique aqui para baixar o pacote com todas as bases exemplo completas.
cp /pentaho/biserver-ce/data/postgresql/*.sql /tmp
chmod 777 /tmp/*.sql
su – postgres
psql sampledata < /tmp/postgresql_sampleData.sql
SET
SET
SET
COMMENT
SET
SET
SET
CREATE TABLE
ALTER TABLE
CREATE TABLE
ALTER TABLE
CREATE TABLE
ALTER TABLE
REVOKE
REVOKE
GRANT
GRANT
(continua…)
Base de dados Quartz: Base de “time” utilizado pelo Pentaho.
psql < /tmp/create_quartz_postgresql.sql
ERROR: database “quartz” is being accessed by other users
ERROR: role “pentaho_user” cannot be dropped because some objects depend on it
DETAIL: owner of database quartz
ERROR: role “pentaho_user” already exists
ERROR: database “quartz” already exists
GRANT
You are now connected to database “quartz” as user “pentaho_user”.
BEGIN
NOTICE: table “qrtz_job_listeners” does not exist, skipping
DROP TABLE
NOTICE: table “qrtz_trigger_listeners” does not exist, skipping
DROP TABLE
NOTICE: table “qrtz_fired_triggers” does not exist, skipping
DROP TABLE
NOTICE: CREATE TABLE / PRIMARY KEY will create implicit index “qrtz_triggers_pkey” for table “qrtz_triggers”
CREATE TABLE
(continua…)
Banco de repositórios:
psql < /tmp/create_repository_postgresql.sql
Por natureza de adaptação da transferência de banco de exemplos de relatórios do Pentaho HSQLDB para PostgreSQL, deve-se criar views no banco de dados pois o HSQLDB interpreta suas tabelas em letras maiúsculas, já os bancos PostgreSQL e MySQL deve ser explícito:
su – postgres
psql sampledata
create view customers as select * from “CUSTOMERS”;
create view customer_w_ter as select * from “CUSTOMER_W_TER”;
create view department_managers as select * from “DEPARTMENT_MANAGERS”;
create view employees as select * from “EMPLOYEES”;
create view offices as select * from “OFFICES”;
create view orderdetails as select * from “ORDERDETAILS”;
create view orderfact as select * from “ORDERFACT”;
create view orders as select * from “ORDERS”;
create view payments as select * from “PAYMENTS”;
create view products as select * from “PRODUCTS”;
create view quadrant_actuals as select * from “QUADRANT_ACTUALS”;
create view time as select * from “TIME”;
create view trial_balance as select * from “TRIAL_BALANCE”;
Pentaho
O processo de instalação e configuração da suíte pentaho deve ser realizada como usuário root, conforme sugerido:
mkdir /pentaho
cd /pentaho
tar -xvzf biserver-ce-3.5.0.stable.tar.gz
Após descompactar o pacotes obtido no site, será criado 2 diretórios:
- Diretório responsável pela administração:
- administration-console - Diretório responsável pelo biserver:
- biserver-ce
Ajustes nos scripts de inicialização
Adicionar a seguinte linha definindo o PATH do JAVA_HOME no arquivo: /pentaho/biserver-ce/set-pentaho-java.sh
29
30 JAVA_HOME=/usr/lib/jvm/java-6-sun
31
Remover a inicialização do banco hypersonic, pois a instalação utiliza o banco PostgreSQL, arquivo: /pentaho/biserver-ce/start-pentaho.sh
25 if [ "$?" = 0 ]; then
26 # Desativando o hypersonic, pois temos tudo no PostgreSQL
27 ##cd “$DIR/data”
28 ##sh start_hypersonic.sh &
29 cd “$DIR/tomcat/bin”
30 export CATALINA_OPTS=”-Xms2048m -Xmx2048m -XX:MaxPermSize=256m -Dsun.rmi.dgc.client.gcInterval=3600000 -Dsun.rmi.dgc.server.gcInterval=3600000″
31 JAVA_HOME=$_PENTAHO_JAVA_HOME
32 sh startup.sh
33 fi
Note a linha 30 o ajuste da quantidade de memória para JVM. Novamente, tudo depende do uso, faz-se necessário monitoramento constante para adequação. Uma indicação para monitoramento é zabbix + zapcat.
Realizar a mesma modificação (adicionar comentário) no arquivo: /pentaho/biserver-ce/stop-pentaho.sh
21 ## Hypersonic desabilitado, temos tudo no PostgreSQL
22 ##cd “$DIR/data”
23 ##sh stop_hypersonic.sh &
24 cd “$DIR/tomcat/bin”
25 JAVA_HOME=$_PENTAHO_JAVA_HOME
26 sh shutdown.sh
Eu acabei criando um script de inicialização da plataforma, ele inicia e finaliza o BIServer 3.5 e o Administration console, segue abaixo:
NOTA: Para a versão 3, basta modificar o start-pac.sh para o script start
1 #!/bin/bash
2 ### BEGIN INIT INFO
3 # Provides: start-pentaho stop-pentaho
4 # Default-Start: 2 3 4 5
5 # Default-Stop: 0 1 6
6 # Description: Pentaho BI Platform
7 ### END INIT INFO
8
9 # Flavio Torres, flavio.torres@4linux.com.br
10 # Script de inicializacao do pentaho e administration console
11 # Dezembro, 2009 – GPL
12
13 # Utilizacao do jdk e jre 64bits
14 export JAVA_HOME=/usr/lib/jvm/java-6-sun
15
16 cd /pentaho/biserver-ce
17
18 start(){
19 if [ "$1" == "adm" ];then
20 echo “Iniciando aplicacao administration-console”
21 cd ../administration-console
22 ./start-pac.sh > /tmp/pentaho_console.out 2>&1 &
23
24 else
25 echo “Iniciando aplicacao biserver”
26 ./start-pentaho.sh > /tmp/pentaho.out 2>&1
27 fi
28
29 echo “ok”
30
31 }
32
33 stop(){
34
35
36 if [ "$1" == "adm" ];then
37 echo “Finalizando aplicacao administration-console”
38 cd ../administration-console
39 ./stop-pac.sh
40 else
41 echo “Finalizando aplicacao biserver”
42 ./stop-pentaho.sh
43 fi
44
45 echo “ok”
46 }
47
48
49 case “$1″ in
50 start)
51 start $2
52 ;;
53 stop)
54 stop $2
55 ;;
56 *)
57 printf “\nUsage: $0 \n
58 start | stop : Inicia ou finaliza a aplicacao biserver\n
59 start adm | stop adm : Inicia ou finaliza o administration console\n\n”
60 ;;
61 esac
62 exit 0
63
CONFIGURANDO O pentaho-solutions
Para a configuração do pentaho-solutions, será necessário a modificação de 5 arquivos, as modificações estão destacadas e devem ser realizadas como usuário root:
- pentaho-solutions/
- system/
-
- applicationContext-spring-security-jdbc.xml
-
- applicationContext-spring-security-hibernate.properties
- quartz/
-
- quartz.properties
- hibernate/
-
- hibernate-settings.xml
-
- postgresql.hibernate.cfg.xml
applicationContext-spring-security-jdbc.xml
Esse arquivo é responsável por setar a configuração de autenticação do sistema “Spring Security” utilizado pelo Pentaho BI Server.
Edite o arquivo e altere o seguinte bloco:
<!– This is only for Hypersonic. Please update this section for any other database you are using –>
<bean id=”dataSource”
>
<property name=”driverClassName” value=”org.postgresql.Driver” />
<property name=”url”
value=”jdbc:postgresql://localhost:5432/hibernate” />
<property name=”username” value=”hibuser” />
<property name=”password” value=”password” />
</bean>
As opções de configuração neste arquivo são:
- driverClassName: O driver da classe de conexão com o banco, org.postgresql.Driver
- url: Endereço url para o driver acessar a base de dados, jdbc:postgresql://<endereco ip>:<porta>/<banco>
- username: Nome do usuário para acessar a base especificada
- password: Senha do usuário informado
applicationContext-spring-security-hibernate.properties
Esse arquivo é responsável por setar as propriedades de segurança do “Spring”, habilitando a conexão com a base hibernate.
Edite o arquivo e altere o seguinte bloco:
jdbc.driver=org.postgresql.Driver
jdbc.url=jdbc:postgresql://localhost:5432/hibernate
jdbc.username=hibuser
jdbc.password=password
hibernate.dialect=org.hibernate.dialect.PostgreSQLDialect
As opções de configuração neste arquivo são:
- jdbc.driver: O driver JDBC, org.postgresql.Driver
- jdbc.url: Endereço url para o driver acessar
- jdbc.username: Nome do usuário para acessar a base especificada
- jdbc.password: Senha do usuário informado
- hibernate.dialect: O dialeto que o hibernate necessita utilizar
a base de dados, jdbc:postgresql://<endereco ip>:<porta>/<banco>
quartz.properties
Edite o arquivo e altere o seguinte bloco na linha 300:
300 org.quartz.jobStore.driverDelegateClass = org.quartz.impl.jdbcjobstore.PostgreSQLDelegate
As opções de configuração neste arquivo são:
- org.quartz.jobStore.driverDelegateClass: Configuração responsável por manter o agendamento de todas as configurações enviadas, como: jobs, triggers, calendários, etc.
hibernate-settings.xml
Esse arquivo é responsável por setar as configurações a serem utilizadas pelo hibernate. Edite o arquivo e altere o seguinte bloco:
15 <config-file>system/hibernate/postgresql.hibernate.cfg.xml</config-file>
postgresql.hibernate.cfg.xml
Edite o arquivo e altere o seguinte bloco:
<property name=”connection.driver_class”>org.postgresql.Driver</property>
<property name=”connection.url”>jdbc:postgresql://localhost:5432/hibernate</property>
<property name=”dialect”>org.hibernate.dialect.PostgreSQLDialect</property>
<property name=”connection.username”>hibuser</property>
<property name=”connection.password”>password</property>
<property name=”connection.pool_size”>10</property>
<property name=”show_sql”>false</property>
<property name=”hibernate.jdbc.use_streams_for_binary”>true</property>
As opções de configuração neste arquivo são:
- connection.driver_class: O driver da classe de conexão com o banco, org.postgresql.Driver
- connection.url: Endereço url para o driver acessar a base de dados, jdbc:postgresql://<endereco ip>:<porta>/<banco>
- connection.username: Nome do usuário para acessar a base especificada
- connection.password: Senha do usuário informado
CONFIGURANDO O Tomcat
Será necessário a modificação de 2 arquivos:
- webapps/
- pentaho/
- WEB-INF/
- web.xml
- META-INF/
- context.xml
- WEB-INF/
- pentaho/
web.xml
Esse arquivo é responsável pela configuração principal do tomcat e Pentaho, as configurações definem por onde ele será acessível.
<context-param>
<param-name>base-url</param-name>
<param-value>http://intranet.empresa.com.br:8080/pentaho/</param-value>
</context-param>
context.xml
Esse arquivo é responsável por modificar as configurações de conexão com o banco de dados.
<Context path=”/pentaho” docbase=”webapps/pentaho/”>
<Resource name=”jdbc/Hibernate” auth=”Container” type=”javax.sql.DataSource”
factory=”org.apache.commons.dbcp.BasicDataSourceFactory” maxActive=”20″ maxIdle=”5″ maxWait=”10000″ username=”hibuser” password=”password” driverClassName=”org.postgresql.Driver” url=”jdbc:postgresql://localhost:5432/hibernate” validationQuery=”select 1” />
<Resource name=”jdbc/Quartz” auth=”Container” type=”javax.sql.DataSource” factory=”org.apache.commons.dbcp.BasicDataSourceFactory” maxActive=”20″ maxIdle=”5″ maxWait=”10000″ username=”pentaho_user” password=”password” driverClassName=”org.postgresql.Driver” url=”jdbc:postgresql://localhost:5432/quartz” validationQuery=”select 1“/>
</Context>
As opções de configuração neste arquivo são:
- driverClassName: O driver da classe de conexão com o banco, org.postgresql.Driver
- url: Endereço url para o driver acessar a base de dados, jdbc:postgresql://<endereco ip>:<porta>/<banco>
- username: Nome do usuário para acessar a base especificada
- password: Senha do usuário informado
- validationQuery: Query utilizada para testar a conexão com o banco.
CONFIGURANDO O administration console COM SUPORTE AO PostgreSQL
Esta foi uma parte que não encontrei em lugar algum, tive que fazer engenharia reversa do sistema e adaptá-lo. Existe uma contribuição minha na wiki do Pentaho.
Será necessário a modificação de 2 arquivos:
Copiar o driver responsável pela conexão ao postgresql para o diretório do administration-console:
Fazer o download do driver atual do PostgreSQL, note que há uma direfença entre usar a JDK 1.5 e 1.6, leia no site, entenda e baixe a correta.
cd /pentaho
wget http://jdbc.postgresql.org/download/postgresql-8.3-605.jdbc4.jar
rm -f /pentaho/biserver-ce/tomcat/common/lib/postgresql-8.2-504.jdbc3.jar
cp postgresql-8.3-605.jdbc4.jar /pentaho/biserver-ce/tomcat/common/lib/
cp biserver-ce/tomcat/common/lib/postgresql-8.3-605.jdbc4.jar administration-console/jdbc/
Configurar autenticação no PostgreSQL:
- administration-console/
- resource/
- config/
- login.conf
- console.properties
- config/
- resource/
login.conf – JDBCLoginModule
O módulo JDBCLoginModule armazena as configurações de usuário e senha e regras de acesso na base de dados, que por sua vez é acessado via driver JDBC. As configurações personalizadas de usuário, senha, tabelas e drivers são armazenadas no arquivo login.conf.
cd /biserver/pentaho/administration-console/resource/config
vi login.conf
JDBCLoginModule {
org.mortbay.jetty.plus.jaas.spi.JDBCLoginModule required
debug=”true”
dbUrl=”jdbc:postgresql://localhost:5432/hibernate”
dbUserName=”pentaho_user”
dbPassword=”password”
dbDriver=”org.postgresql.Driver”
userTable=”admconsole_users”
userField=”username”
credentialField=”credential”
userRoleTable=”admconsole_roles”
userRoleUserField=”userrole”
userRoleRoleField=”role”;
};
Você terá que adicionar todas as linhas no arquivo, isto é, remover as antigas e adicionar estas.
As opções de configuração desse arquivo são:
- dbUrl: Endereço url para o driver acessar a base de dados, jdbc:postgresql://<endereco ip>:<porta>/<banco>
- dbUserName: Nome do usuário para acessar a base especificada
- dbPassword: Senha do usuário especificado
- dbDriver: O driver da classe de conexão com o banco, org.postgresql.Driver
- userTable: Nome da tabela de usuários
- userField: Nome do campo do usuário
- credentialField: Nome do campo de credenciais, senha.
- UserRoleTable: Nome da tabela de regras
- userRoleUserField: Nome do campo e regras do usuário
- userRoleRoleField: Nome do campo de regras administrativas
A regra do banco deve satisfazer o seguinte retorno de consulta:
select credential from admconsole_users where username = ?;
select role from admconsole_roles where userrole = ?;
Abaixo segue o esquema de criação das tabelas e campos, uma vez conectado ao banco hibernate com usuário com poderes administrativos, fazer:
create table admconsole_users (
username character varying(60),
credential character varying(60)
);
create table admconsole_roles (
userrole character varying (60),
role character varying (60)
);
grant select on admconsole_users to pentaho_user;
grant select on admconsole_roles to pentaho_user;
insert into admconsole_users values (‘admin’, ‘admin’);
insert into admconsole_roles values (‘admin’, ’server-administrator’);
A consulta retornará os seguintes resultados:
hibernate=# select credential from admconsole_users where username = ‘admin’;
credential
————
admin
(1 row)
hibernate=# select role from admconsole_roles where userrole = ‘admin’;
role
———————-
server-administrator
(1 row)
console.properties
Esse arquivo é responsável por habilitar as configurações a serem utilizadas pelo JDBC para conexão do console-administration com o banco.
console.security.enabled=true
console.security.roles.allowed=Admin,server-administrator,content-administrator
console.security.roles.delimiter=,
console.security.realm.name=Pentaho
console.security.login.module.name=JDBCLoginModule
console.security.auth.config.path=resource/config/login.conf
console.security.callback.handler=org.mortbay.jetty.plus.jaas.callback.DefaultCallbackHandler
Aqui acaba a configuração, se você desejar SSL, o que não é nada mal para trafegar dados importantes sobre seu negócio, parta para a próxima etapa.
CONFIGURANDO SSL PARA PENTAHO/TOMCAT
Para garantir tráfego encriptado, foi configurado o suporte a SSL para o tomcat. Para criar o certificado deve-se proceder da seguinte forma, essa configuração deve ser realizada como usuário root:
cd /usr/lib/jvm/java-6-sun/bin
./keytool -genkey -alias pentaho -keyalg RSA -validity 3650
pass: 96957e0c81f921b7e9a36008652b11ad
What is your first and last name?
[4Linux]: Flavio Torres
What is the name of your organizational unit?
[4Linux]: IT
What is the name of your organization?
[4Linux]:
What is the name of your City or Locality?
[Sao Paulo]:
What is the name of your State or Province?
[SP]:
What is the two-letter country code for this unit?
[BR]:
Is CN=Flavio Torres, OU=IT, O=4Linux, L=Sao Paulo, ST=SP, C=BR correct?
[no]: yes
Enter key password for <tomcat>
(RETURN if same as keystore password):96957e0c81f921b7e9a36008652b11ad
Re-enter new password:96957e0c81f921b7e9a36008652b11ad
biserver:/usr/local/jre1.6.0_14/bin # ./keytool -list
Enter keystore password:96957e0c81f921b7e9a36008652b11ad
Keystore type: JKS
Keystore provider: SUN
Your keystore contains 1 entry
pentaho, Dec 11, 2009, PrivateKeyEntry,
Certificate fingerprint (MD5): *************
Pronto, criamos o certificado, obviamente vocês irão gerar outra senha, este é um md5 NÃO utilize-o.
Habilitando o suporte a SSL no tomcat:
cd /pentaho/biserver-ce/tomcat/conf
vi server.xml
110 <!– DESCOMENTAR ESTA LINHA (REMOVE-LA)
111 <Connector port=”8443″ maxHttpHeaderSize=”8192″
112 maxThreads=”150″ minSpareThreads=”25″ maxSpareThreads=”75″
113 enableLookups=”false” disableUploadTimeout=”true”
114 acceptCount=”100″ scheme=”https” secure=”true”
115 clientAuth=”false” sslProtocol=”TLS” keyAlias=”pentaho“ keystorePass=”96957e0c81f921b7e9a36008652b11ad“/>
116 –> DESCOMENTAR ESTA LINHA (REMOVE-LA)
fonte: http://www.flaviotorres.com.br/fnt/artigos/pentaho_35_postgresql.php
fevereiro 28, 2010 No Comments
Como instalar o Ubuntu Karmic Koala (Ubuntu 9.10)
Este artigo irá explicar cada pormenor que uma instalação de raiz precisa de ter. Irão ser abordados aspectos desde do disco, como desfragmentação e particionamento, até aos mais pequenos pormenores das configurações de pré-instalação e de pós-instalação, nomeadamente dicas de pormenores que qualquer utilizador deve fazer logo a seguir à instalação. Assim, se ainda não tem o novo Ubuntu Karmic Koala instalado, este artigo é para si, leia-o atentamente e proceda à instalação deste excelente sistema operativo que é o Ubuntu!
Pre-Requisitos
De seguida apresento alguns dados sobre os Pre-Requisitos que, na minha opinião são precisos. Não são dados oficiais, mas que na minha opinião devem ser tidos em atenção (caso discorde, não hesite em comentar este artigo!). Como requisitos mínimos, e atenção que nestas condições o Ubuntu poderá funcionar mais lento que o normal, recomendo as seguintes características:
- Processador: 700MHz;
- Memória RAM: 512MB;
- Disco: 4GB;
- Placa Gráfica: qualquer placa gráfica (funcionamento do sistema de efeitos visuais poderá estar condicionado conforme a placa gráfica)
Como requisitos mínimos recomendados, ou seja, requisitos para ter o seu Ubuntu a funcionar em perfeitas condições, recomendo as seguintes características:
- Processador: 1.2GHz;
- Memória RAM: 1GB;
- Disco: 10GB (espaço suficiente praticamente para ter todos os programas que quer, nunca precisei de mais!)
- Placa Gráfica: De preferência nVidia (porque tem bons drivers) e, para ter todas as capacidades dos efeitos visuais deve ter no mínimo uma Geforce6, no entanto, o funcionamento de uma geforce4, chega para os efeitos visuais comuns. Quanto à ATI, recomendo no mínimo um R300. Quanto aos utilizadores da excelente placa gráfica integrada Intel, qualquer uma superior à GMA 3000 terá bons resultados, aliás nem será preciso instalar drivers!
Pre-Particionamento
Se apenas tem o Windows instalado no seu PC e ainda não tem as partições prontas para instalar o Ubuntu, deve, mesmo antes de ler este artigo, pôr o seu Windows a desfragmentar o disco onde irá instalar o Ubuntu. Se você não sabe o que é o particionamento do seu disco ou se não sabe como fazer isso, mais à frente neste artigo irá saber como o fazer! Para já deixe o disco a desfragmentar enquanto lê o artigo todo de modo a não perder os dados do seu Windows aquando da instalação do Ubuntu.
Atenção, se o seu disco está muito cheio, aproveite e faça uma cópia de segurança aos seus dados mais importantes, pois existe uma pequena probabilidade de ao criar as partições haja perda de dados. Entretanto continue a ler para saber quanto espaço no disco deve ter para instalar o Ubuntu para saber e precisa de libertar espaço ou não.
Faça download da imagem do Ubuntu Karmic Koala!
Se ainda não tem o Ubuntu Karmic Koala, ponha o seu computador a fazer download da imagem também enquanto lê este artigo. Pode obter o Ubuntu de várias maneira, ou via torrent:
Ou via site oficial do Ubuntu (a minha recomendação em termos de velocidade):
Poderá também obter o Ubuntu em sua casa através do serviço Shipit, apenas precisará de encomendar gratuitamente no site a seguir (no entanto, existe o problema de o envio demorar cerca de 4 semanas, ou até mais!):
Grave a imagem do Ubuntu num CD ou numa pen USB!
Depois de ter feito download da imagem do Ubuntu, deverá gravá-la ou num CD ou numa pen drive. Se gravar num CD, deverá utilizar um programa próprio de gravação de imagens (atenção não insira o ficheiro .iso dentro de um CD, mas sim utilize a opção de gravação de imagens do programa que tiver a utilizar!).
A minha recomendação é utilizar uma pen (com tamanho mínimo de um 1GB). Assim, evita o gasto de um CD e o processo de instalação é muito mais mais rápido. Se desejar gravar a imagem numa pen drive, recomendo a leitura deste artigo que explica todos os pormenores desse processo:
Configure a BIOS
Actualmente os novos computadores vêm com a BIOS programada para arrancar primeiro por CD e por pen USB antes do disco, por isso, em princípio, o seu computador irá arrancar automaticamente pelo CD ou pela pen, conforme a maneira que escolheu para instalar o Ubuntu. No entanto, o seu computador pode não arrancar por nenhum deles, nesse caso, deverá configurar a BIOS para que o faça.
Existe uma infinidade de BIOS diferentes e seria preciso muito mais que artigo para abordar todas os aspectos necessários para configurar uma para arrancar ou pelo CD ou pela pen. Por esse motivo, isso não é abordado neste artigo, no entanto, recomendo a ver esta página que provavelmente o ajudará:
No caso de não ajudar, procure no Google como conseguir mudar a BIOS da sua motherboard para arrancar pela pen ou pelo CD do Ubuntu.
Arranque do Ubuntu pelo CD ou pela pen
Depois de ter a BIOS configurada e o CD ou a pen prontos, reinicie o computador para ele arrancar ou pelo CD ou pela pen. Se tudo correr bem, irá aparecer uma janela semelhante à seguinte onde deverá escolher a sua língua:
De seguida, ao invés de escolher a opção “Instalar Ubuntu”, deverá escolher a opção “Experimentar Ubuntu sem fazer nenhuma alteração no seu computador“. Assim, poderá criar partições e inclusive navegar na Internet enquanto espera que o processo de instalação acabe.
Depois de o Ubuntu arrancar você estará pronto para proceder à instalação! De seguida explico como particionar o disco. No caso de já ter o seu disco particionado e pronto para instalar o Ubuntu, avance a secção a seguir!
Particionamento do disco
Noções básicas
Se só tem o Windows instalado, terá de reduzir a partição do Windows para criar algumas outras partições necessárias para o perfeito funcionamento do Ubuntu. Essa redução terá de ser inferior ao espaço livre, se não, obviamente, perderá dados. Também deverá ter noção que, tal como refiro no início deste artigo, deverá desfragmentar a partição que irá reduzir para não perder os dados.
Quanto às partições necessárias para o Ubuntu, o meu conselho é utilizar 3 partições para o Ubuntu, no entanto, caso não seja possível, poderá prescindir de uma delas. Esta minha recomendação deverá ser seguida de forma a ter um Ubuntu com uma organização excelente que permitirá num futuro poder actualizar para novas versões do Ubuntu sem perder dados. Isso será possível pois irá ter uma parição dedicada aos seus dados e às configurações do Ubuntu. Assim, quando quiser instalar outro Ubuntu, ele irá automaticamente buscar essas configurações a essa partição.
Tamanhos das partições do Ubuntu
Para além da partição do próprio Ubuntu e da partição dos dados, é aconselhável que faça também uma partição SWAP, que servirá como ajuda da memória RAM aquando de possíveis excessos de memória usada. Esta partição deverá ter o dobro do tamanho da RAM que o seu computador tem, no entanto, não aconselho a criar uma partição maior que 2GB. Como no meu caso tenho 1GB de RAM, neste artigo a partição da SWAP irá ter 2GB de espaço. Esta partição, nos computadores novos que têm mais de 1GB de memória, poderá ser abdicada em prol de mais espaço para os seus dados.
Quanto à partição do Ubuntu, normalmente denominada, partição da “Raiz”, esta deverá ter o tamanho referido nos pré-requisitos. No mínimo deverá ter 4GB. A minha recomendação é 10GB, pois assim terá espaço para instalar muitos programas. Por exemplo eu nunca tive problemas de espaço e instalo muitos programas para poder fazer artigos para este blog.
Quanto à partição dos seus dados, denominada “home”, esta deverá ter o espaço necessário para os seus dados (músicas, documentos, filmes, etc.). Normalmente o que faço é o seguinte: reduzo o máximo de espaço possível da partição do Windows, crio a partição da Raiz de 10GB, crio a partição SWAP conforme a memória, normalmente de 2GB, e o restante fica para a “home”.
Reduza a partição do Windows!
Para proceder ao particionamento, comece por abrir o melhor programa de particionamentos que vem já instalado no Ubuntu. Esse programa chama-se GParted e está disponível em Sistema→Administração→GParted. Todas as mudanças que fizer só serão aplicadas quando clicar no botão “Aplicar”, até lá poderá fazer e refazer partições à vontade.
Quando o abrir, seleccione o disco a particionar (se tiver mais que um poderá distingui-los pelo tamanho) e clique no botão “Redimensionar/Mover a partição seleccionada“. Deverá reduzir a partição o suficiente para criar as outras partições. No meu caso, irei fazer uma partição de 10GB para a raiz, uma de 2GB para a SWAP e outra de 15GB para a “Home”, totalizando 27GB para o Ubuntu. Assim a redução que irei fazer será de cerca de 27GB. Para definir o espaço livre que quer no final basta escrever o valor (em MegaBytes) na caixa de texto intitulada “Espaço Livre Subsequente (MiB)“. Pode aproveitar e etiquetar a partição para saber, quando aplicar as mudanças, se fez tudo bem. Depois de definir os valores finais, clique no botão “Redimensionar/Mover“.
Crie as partições necessárias para o Ubuntu!
Agora que tem espaço para criar partições, clique com a tecla da direita do rato em cima da secção intitulada “Sem alocação” e clique na opção “Novo“.
Na nova janela, deverá escolher o tamanho que quer para o Ubuntu, ou seja, para a partição da raiz do Ubuntu. Para além de definir o tamanho dela na caixa de texto “Novo Tamanho (MiB)“, deverá também definir o “Sistema de Ficheiros” como Ext4! Depois de definir esses dois valores, clique no botão “Adicionar“.
De seguida, volte a clicar na tecla da direita do rato na secção cinzenta denominada “Sem alocação” para definir o tamanho da partição da “home”. No meu caso, digitei 2GB de espaço final, na caixa de texto “Espaço Livre Subsequente (MiB)“. Assim o restante fica para a “home”. Não se esqueça de definir o “Sistema de Ficheiros” também do tipo ext4!
Por fim, volte a clicar com a tecla da direita do rato em cima da secção “Sem alocação” para definir a partição SWAP. Na nova janela, a única coisa que precisará de mudar é o “Sistema de Ficheiros” para o tipo Linux-Swap. O tamanho está definido como máximo, que deverá ser 2GB por isso não é necessário mudar.Poderá também, tal como fiz nas partições anteriores, etiquetar cada partição.
No final, quando todas as partições estiverem definidas deverá clicar no botão “Aplicar todas as Operações” de modo a proceder ao particionamento. Entretanto clique na imagem a seguir para ver como ficou no meu caso e se no seu caso ficou semelhante.
Irá abrir um nova janela e deverá esperar que o processo esteja concluído. No final verifique se deu algum erro!
Instalação do Ubuntu
Agora que tem as partições prontas já pode proceder à instalação do Ubuntu. Para tal, dê duplo clique no ícone que se encontra na área de trabalho chamado “Instalar Ubuntu 9.10″.
Na nova janela comece por definir o seu idioma e clique no botão “Avançar” para seguir para o Passo 2 da instalação.
No passo 2, deverá seleccionar a sua localização de forma a poder obter actualizações de servidores perto de si, para ser mais rápido, e de forma a ter as definições próprias da sua localização, por exemplo a unidade monetária e a hora. Depois de seleccionar a sua localização, clique novamente no botão “Avançar“.
Neste novo passo deverá escolher o tipo de teclado que você utiliza. Em princípio o Ubuntu irá descobrir automaticamente qual é o seu teclado, no entanto, para prevenir eventuais erros, escreva caracteres especiais na caixa de texto disponibilizada no instalador de forma a ver se o teclado que o Ubuntu escolheu está correcto. Se não estiver, seleccione a opção “Escolha a sua:” e de seguida tente encontrar o teclado correcto. Clique no botão “Avançar” para seguir para o próximo passo.
No quarto passo, deverá ter muito cuidado com o que selecciona! Por padrão, o Ubuntu irá apagar todo o seu disco e provavelmente não é isso que o utilizador quer. Assim, seleccione a opção “Especificar partições manualmente (avançado)” e clique em “Avançar“.
O Ubuntu irá analisar o seu disco e irá apresentar uma janela semelhante à do GParted. Ora como você já definiu os tamanhos das partições, bastará apenas dizer onde instalar o quê. Assim, comece por seleccionar a partição que escolheu como “Raiz do Ubuntu”, em princípio, a de 10GB e clique com a tecla da direita do rato em cima dela e seleccione a opção “Alterar“.
Será aberta uma nova janela e deverá preencher da seguinte maneira:
Tamanho da Nova Partição: Deixar estar como está;
Utilizar como: Seleccionar opção “Sistema de Ficheiros Ext4 com journal”;
Formatar a partição: SIM, ou seja, com o visto;
Mount Point: Seleccionar a opção “/” que é a raiz.
E clique no botão OK.
Novamente na lista de partições, seleccione a que irá ser a sua HOME e clique com a tecla da direita do rato em cima e escolha a opção “Alterar“.
Preencha a nova janela da forma seguinte:
Tamanho da Nova Partição: Deixar estar como está;
Utilizar como: Seleccionar opção “Sistema de Ficheiros Ext4 com journal”;
Formatar a partição: SIM, ou seja, com o visto;
Mount Point: Seleccionar a opção “/home” que é a raiz.
E clique no botão OK.
A partição do Windows não deverá ter a opção “Formatar”. A partição SWAP não precisa de ser modificada, pois é do tipo Linux-Swap que significa que sempre que existir essa partição ela será formatada e utilizada como memória auxiliar. Ou seja, no final, e antes de clicar em avançar verifique se tem a lista semelhante à da imagem seguinte (clique nela para visualizar melhor!).
Depois de clicar em avançar, aparecerá o penúltimo passo, onde deverá pôr as suas informações pessoais. Atenção, a senha deverá ser minimamente difícil, ou seja, com letras e pelo menos um número. Conheço um caso de um utilizador que foi atacado pelo hacker pois tinha a senha muito simples.
Por fim, verifique se todos os dados estão correctos e clique no botão instalar para proceder à instalação do Ubuntu! Entretanto, enquanto que o Ubuntu é instalado, o utilizador poderá explorar o Ubuntu, ou navegar pela Internet ou até jogar!
No final da instalação irá aparecer a janela seguinte e deverá clicar no botão “Reiniciar Agora” para poder desfrutar deste novo sistema operativo.
Configurações Pós-Instalação
Depois de ter o Ubuntu instalado, aconselho a instalar todos os codecs necessários para poder ouvir quase qualquer tipo de música e de vídeo, bem como qualquer ficheiro compactado que lhe possa aparecer. Mais, este seu Ubuntu, fresquinho, ainda não tem a máquina virtual Java para poder abrir determinadas aplicações desse tipo nem tem o Flash da Adobe para poder ver vídeos do Youtube. Ora, para resolver essa questão aconselho-o a ver este artigo, que rapidamente resolverá esse problema!
Entretanto, convido-o também a ler os artigos a seguiram que melhoram a produtividade do seu Ubuntu, e permite impressionar os seus amigo com excelentes efeitos visuais que permitem ter uma produtividade acima do normal:
- Um visual do Ubuntu bastante mais produtivo! - Este artigo explica como pode ter um ambiente de trabalho mais compacto e por isso mais objectivo, tornando a produtividade muito superior;
- Aumente a produtividade através do Compiz – Depois de seguir este artigo, tenho a certeza que ficará impressionado com o resultado! O seu Ubuntu ficará incrivelmente mais produtivo, desafio-o a experimentar!
- Barra do Gnome vidrada para o Karmic Koala – Este pequeno artigo ensina-lhe como pode ter os Paineis do Gnome com um visual bastante mais agradável.
fonte: http://ubuntued.info/como-instalar-ubuntu-karmic-koala-9-10
fevereiro 19, 2010 No Comments
Ubuntu 9.10 – download e detalhes do lançamento oficial
O Ubuntu 9.10 ‘karmic koala’ foi lançado oficialmente no final da manhã de hoje, e traz uma continuidade dos esforços do projeto no sentido de oferecer uma distribuição amigável ao usuário do desktop.
Entre as novidades da versão estão o boot mais rápido, suporte melhorado a 3G e melhorias no suporte a áudio. A lista dos destaques do Ubuntu 9.10 traz alguns dos recursos e novidades, com uma descrição simplificada e ilustrações bastante claras – fiquei especialmente feliz de ver a acessibilidade (com leitores de telas, teclados virtuais, traduções e mais) listada entre os destaques.
A página oficial de download do Ubuntu oferece uma grande gama de opções (a maioria dos usuários deve selecionar a versão desktop 32 bits), e você também pode recorrer à lista de mirrors oficiais, que inclui várias opções brasileiras, como a da UFPR/C3SL.
janeiro 27, 2010 No Comments
Instalação do Apache com Suporte a PHP5 e MySQL no Fedora 12
Este é mais um tutorial LAMP do How To Forge. Para quem não sabe, LAMP é um acrônimo para Linux, Apache, MySQL e PHP. Resumindo: dizer que possui um servidor LAMP, significa que você tem uma máquina Linux com todos esses softwares instalados. Quem já trabalha com Linux há um bom tempo, sabe que esses softwares costumam estar disponíveis já na mídia de instalação, não precisando acessar nenhum repositório online para poder ter acesso a todos esses programas. Por sinal, é muito comum já encontrarmos esses softwares instalados em servidores Linux destinados a Web.
Este tutorial do How To Forge irá lhe ensinar como instalar o servidor Web Apache versão 2, em um computador com Fedora 12 já em funcionamento. A instalação do Apache 2 visa o suporte a PHP5 através do mod_php, além do suporte ao banco de dados MySQL. Lembre-se que você já deve ter o Fedora 12 instalado em seu computador.
Como todos os tutoriais do How To Forge, este está no idioma Inglês. Por isso, se os tutoriais do How To Forge lhe interessam, comece a perder o medo, e aprenda de uma vez por todas esse idioma (nem que seja apenas o Inglês Técnico).
How To Forge: http://www.howtoforge.com/installing…fedora-12-lamp
janeiro 18, 2010 No Comments
Mandriva Linux 2010: especificações e versão Alpha 1
O Mandriva Linux 2010 Alpha 1 já está disponível nos mirrors públicos, em sua edição Free, com DVDs de 32 e 64 bits.
Vale lembrar que os usuários entusiastas brasileiros da Mandriva estão sempre convidados a mandar para cá cobertura dos lançamentos e novidades da sua distribuição, a exemplo do que fazem usuários de outras distribuições populares no país.
As especificações propostas para a versão 2010 também foram divulgadas, e incluem itens interessantes como:
- Possibilidade de usar o Moblin como ambiente default em configurações de hardware adequadas
- Melhorias no menu e tempo de boot
- Uso da conta “guest” quando necessário
- Detecção automática de repositórios locais urpmi
Mais: blog.mandriva.com







