Category — Configuração
Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like
Depois de lê-lo, o famoso “gerenciamento de pacotes” ficará mais claro. Basta apenas 10 minutos de seu tempo ocioso para aprender sobre este tópico de forma rápida e fácil.
Servirá também para todas as distros derivadas do Debian e que tenham condições de usar o apt-get/synaptic, mesmo que exista um instalador de pacotes próprio.
Mas o que é gerenciamento de pacotes? Nada mais que a decisão tomada em relação aos pacotes instalados no computador, os recursos que serão adicionados ou removidos, as configurações existentes, enfim, todo o processo advindo da necessidade que o usuário tem em relação ao sistema operacional que utiliza.
É muito comum o usuário iniciante sentir-se “perdido” no mundo Linux por desconhecer os programas e o que fazem. Além de instalá-los, vai depender de um conhecimento geral sobre os principais softwares que necessita para suas atividades diárias. Por isso colocamos uma lista de software equivalentes, para servir de guia.
Mas deixemos de papo e continuemos.
Porquê o apt-get/synaptic?
Porque, na minha opinião, não inventaram nada melhor do que ele neste anos todos. Nenhum gerenciador de pacotes que tivesse aquele “quê” de especial, que justificasse sua existência no lugar do apt-get/synaptic. Está disponível em todas as distros derivadas do Debian, instalado por padrão ou nos repositórios, sendo fácil sua instalação e configuração.
Apt significa “Advanced Packaging Tool” ou “Ferramenta Avançada de Empacotamento” e foi criada originalmente para o Debian. Na versão 6.0 do Conectiva Linux, já tinha sido portado para uso com pacotes rpm, compatível com outras distros que usam este sistema (1).
Usando o apt-get, você pode migrar para qualquer distro que o tenha disponível, evitando novo aprendizado para uma tarefa que já saiba fazer naquela ferramenta. Ele é usado via terminal, com o comando “apt-get” associado a:
update – adquire novas listas de pacotes.
upgrade – faz uma atualização.
install – instala novos pacotes
remove – remove um pacote.
source – faz o download de arquivos fonte.
build-dep – configura as dependências de compilação de pacotes fonte.
dist-upgrade – atualiza a distribuição, consulte apt-get(8).
dselect-upgrade – segue as seleções do dselect.
clean – apaga arquivos baixados para instalação.
autoclean – apaga arquivos antigos baixados para instalação.
check – verifica se não há dependências quebradas.
Mais as seguintes opções:
-h – texto de ajuda.
-q – saída logável, exceto para erros.
-qq – sem saída, exceto para erros.
-d – fazer o download apenas – NÃO instalar ou desempacotar arquivos.
-s – não-agir. Executar simulação de ordenação.
-y – assumir Sim para todas as perguntas, não pedir confirmação.
-f – tenta continuar se a checagem de integridade falhar.
-m – tenta continuar se os arquivos não podem ser localizados.
-u – mostra uma lista de pacotes atualizados também.
-b – constrói o pacote fonte depois de baixá-lo.
-c=? – ler esse arquivo de configuração.
-o=? – definir uma opção de configuração arbitrária, ex -o dir::cache=/tmp.
Para que complicar a vida? Você não precisa ficar usando o terminal para gerenciar seus pacotes no Ubuntu e Debian-like, pois é impossível ter uma visão abrangente desta forma. Veja a imagem que coloquei abaixo. Como ter uma idéia do que está ocorrendo com tanta informação na tela preta?
Para facilitar nossas vidas foi criada a interface gráfica “synaptic”:
Ele permite uma visão completa dos pacotes por instalar, instalados e os que não são mais necessários. Permite adicionar e remover repositórios, configurar o cache e muito mais. Com o synaptic qualquer usuário pode fazer um gerenciamento de softwares eficiente.
Mas é bom que você entenda uma diferença fundamental com o Windows. Neste, o compromisso da empresa licenciadora é de fornecer “apenas” o sistema operacional. Eventualmente um ou outro software em que ela deseja inserir-se num nicho específico, utilizando-se da base instalada. O uso de softwares adicionais depende da compra das licenças respectivas.
No Linux, instalando uma versão comercial ou não, seguirá uma quantidade “X” de softwares para as mais distintas funções: suíte office, browser, editor de imagem, MTA etc. Também estão disponíveis diversos programas que não precisam ser adquiridos separadamente.
Para usá-los, basta apenas uma conexão decente com a internet e escolher o que se quer. Nada mais do que isso. No meu entender, este é o grande barato do software livre: um mundo inteiro disponível a alguns cliques de mouse.
O que preciso para instalar programas com o apt-get/synaptic?
Para instalar pacotes com o apt-get/synaptic necessita-se de:
- uma conexão banda larga (preferência)
- configurar os repositórios
- atualizar a lista de repositórios
- baixar os pacotes desejados
Observe bem: apenas 4 passos, nem mais nem menos! Parece difícil?
A conexão com a banda larga não é objetivo deste trabalho e não será abordada. Passando à configuração dos repositórios, há duas formas de fazê-lo: num terminal ou na interface gráfica. Nenhum é melhor que o outro. Depende basicamente da preferência de cada usuário.
Repositório é um servidor que armazena os arquivos a serem baixados pelo apt, e seu endereço na web fica guardado num arquivo padrão chamado sources.list em /etc/apt. Abaixo mostro um fragmento do meu arquivo, com os endereços que utilizo no Ubuntu:
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic main restricted universe multiverse
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-updates main restricted universe multiverse
deb http://security.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-security main restricted universe multiverse
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-backports main restricted universe multiverse
deb http://archive.canonical.com/ubuntu/ karmic partner
# multimídia no ubuntu
deb http://packages.medibuntu.org/ karmic free non-free
Onde:
- deb – indica o tipo de pacote
- http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ – endereço onde se vai baixar pacotes
- karmic – versão da distribuição a ser baixados os pacotes
- main restricted universe multiverse – repositórios propriamente ditos
Você pode usar repositórios suportados oficialmente por sua distro ou de terceiros, assumindo os riscos pela segurança e atualização dos pacotes em questão. Veja no exemplo acima que adicionei o repositório do “medibuntu” para dar suporte multimídia extra ao Ubuntu. É desenvolvido por terceiros, entretanto com atualizações periódicas dos softwares.
Não se esqueça que cada repositório deverá obedecer a ordem acima, se o sources.list for editado manualmente. Mas se você o fizer pelo synaptic, olhe abaixo como deverá ficar (no caso, o mesmo repositório “medibuntu”):
Esta tela é acessada abrindo o “synaptic -> repositórios -> novo” e adicionando manualmente os dados como já visto.
Após você adicionar todos os repositórios de que deseje, está na hora de atualizar a base de dados de seu apt. Mas o que é isso? Simples! Baixa-se pacotes compactados com a relação de todos os softwares disponíveis para instalação. Quando você selecionar o software “X”, o apt vai baixá-lo no endereço em que está listado como existente.
Para fazer a atualização pelo terminal, rode no terminal:
$ sudo apt-get update
No synaptic, clique no botão “recarregar” e espere terminar o processo:
Se esta parte terminou sem nenhum sobressalto, você poderá receber a seguinte mensagem:
Isto significa que a lista de pacotes foi atualizada mas é preciso fazer o download da chave de autenticação. Esta chave é um código numérico que “comprova” a autenticidade dos pacotes de um referido repositório. Para baixá-la, podem ser utilizados dois métodos que você já sabe quais são: no terminal e na interface gráfica.
Esta chave varia em cada repositório, sendo que tomaremos como exemplo ainda o medibuntu, que é 2EBC26B60C5A2783.
Para baixá-la no terminal, faça:
$ sudo gpg –keyserver subkeys.pgp.net –recv 2EBC26B60C5A2783
$ sudo gpg –export –armor 2EBC26B60C5A2783 | sudo apt-key add -
$ sudo apt-get update
Ou então:
$ sudo apt-get install medibuntu-keyring
$ sudo apt-get update
No synaptic, basta procurar o pacote com o nome de “medibuntu-keyring” e marcá-lo para instalação com o botão direito do mouse. Aí basta apenas clicar no botão “aplicar”:
Prontinho! Agora é só instalar os pacotes que deseja, usando os comandos com o apt ou então pelo synaptic.
Instalando pacotes com o apt/synaptic
Agora que o mais chatinho já foi feito, vamos instalar softwares no Ubuntu e Debian-like sem maiores delongas. Este é o maior barato. A partir deste momento, basta usar o terminal ou a interface gráfica. Conectado à internet, escolha o que quiser e corra para o abraço da torcida.
Vamos mostrar um pequeno exemplo, instalando um visualizador de imagens. No caso, o gpicview. No terminal precisamos fazer:
$ sudo apt-get install gpicview
No synaptic, clique em “procurar” -> escreva o nome do pacote desejado -> “procurar” novamente. Clique com o botão direito do mouse -> marcar para instalação -> aplicar. A única limitação existente é a velocidade de sua conexão internet. O apt vai baixar e instalar o que foi pedido. Veja nosso exemplo:
Para desinstalá-lo, faça:
$ sudo apt-get remove gpicview
Ou no synaptic, repita a operação anterior optando no mouse por “marcar para remoção completa”. Também simples e fácil, sem nenhuma burocracia.
E para terminarmos este trabalho, aqui vai uma relação da equivalência entre softwares do Windows e do Linux, para servir de guia enquanto não se acostuma com os mesmos (2):
Microsoft Office – OpenOffice.org, Abiword/Gnumeric
Adobe Page Maker – Scribus
Descarregador de imagens do Windows – DigiKam
Delphi – Lazarus
Visual Basic – Gambas
3D Studio – Blender, PovRay
AutoCad – Qcad
Microsoft Money – KmyMoney
Internet Explorer – Firefox, Opera, Chrome, Midori, Arora
MS Outlook – Thunderbird, Evolution
Babylon – BabyTrans
eMule – aMule
Msn Messenger – aMsn, Emesene, Kmess, Kopete, Pidgin, Mercury
Desktop 3D – compiz
Windows Media Player – Kaffeine, Mplayer, Xine
Nero – K3B, brasero
PortSniffer – wireShark
Editor de imagem – gimp
PortScanner – Nessus
Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Instalando-pacotes-no-Ubuntu-e-distros-Debianlike
julho 23, 2010 No Comments
Tutorial de instalação do Ubuntu Control Center para um melhor gerenciamento de sua instalação do Ubuntu.
Instalação
Dependências/recomendações:
$ sudo apt-get install bum gparted gufw hardinfo startupmanager
Para a instalação do Font Manager e do Ubuntu Control Center, altere a arquitetura de i386 para amd64 se for o caso.
Font Manager:
$ wget http://font-manager.googlecode.com/files/font-manager_0.5.4-1_i386.deb
$ sudo dpkg -i font-manager_0.5.4-1_i386.deb
$ sudo apt-get -f install
Ubuntu Control Center:
$ wget http://ucc.googlecode.com/files/ucc_i386.deb
$ sudo dpkg -i ucc_i386.deb
$ sudo apt-get -f install
Utilização
O ícone do programa (UCC) fica disponível na seção Sistema do Menu Aplicativos, ao acioná-lo surge a limpa screen de inicialização:
O Ubuntu Control Center está dividido em 6 menus, que agrupam uma série de opções, vamos ver algumas delas.
Software Management (Central de Programas do Ubuntu, Gerenciador de Atualizações, Canais de Software, Mantenedor do Sistema, Criar Disco Inicializável e Gerenciador de Atualizações).
Hardware (Informações do Sistema, Drivers de hardware, Preferências do Monitor, Som, Teclado e Mouse e Impressoras).
Network and Internet (Conexões de Rede, Preferências de Proxy, Definições do Firewall UFW, Configurações para Bluetooth, Compartilhamento e Área de Trabalho Remota).
System (Aplicativos de Sessão, Aplicativos Preferenciais, Data e Hora, Idioma e Texto, BUM “Boot-Up Manager”, Font Manager, Visualizador de Logs e Abrir Nautilus como Administrador).
Local Disk (Utilitários de Unidades, GParted Partition Manager, Analisador de uso do Disco).
Personal Settings (Informações do Usuário, Configurações de Usuários, de Tela de Login, de Email, IMs e Ubuntu One).
julho 23, 2010 No Comments
Instalando e Configurando o MSN-Proxy
O msn-proxy é um proxy transparente para clientes MSN Mensenger que permite que você controle e monitore o uso do Messenger em sua rede. Possui as seguintes características:
- Suporte ao novo protocolo P2P
- Suporte a acls: “*mycompany@hotma*”
- Suporte a listas de permissões através de ACLs
- Suporte a envio de mensagens de controle
- Suporte a remover/adicionar usuários
- Suporte a procura por logs de usuários
- Suporte a remoção de logs de usuários
- Sistema de visualização de logs de usuários
- Suporte Messenger 9
- Monitor em tempo real
sabendo das informações acima, vamos ao que importa.
1 – Pacotes necessários
Para instalar o MSN-Proxy vamos precisar de alguns pacotes que não são instalados por padrão no Ubuntu Server e vamos dividi-los em Contidos nos Repositórios e os Para compilação.
1.1 – Contidos nos Repositórios
php5
apache2
mysql
make
gcc
g++
libmysqlclient15-dev
1.2 – Para Compilação
libevent
msn-proxy
2 – Procedimento de Instalação dos pacotes
2.1 – Contidos nos Repositórios
2.1.1 – instalando o suporte a php
sudo apt-get install php5 libapache2-mod-php5 php5-gd php5-imagick php5-mysql
Sera feita a verificação dos pacotes a serem instalados e suas respectivas de pendencias e vai ser pedido uma confirmação para instalação, aceite e o procedimento de download sera feito, ao termina, sera iniciada a instalação dos pacotes.
2.1.2 – Instalando o Apache v2
sudo apt-get install apache2
novamente sera feita a verificação de dependências e neste caso a instalação sera feita automaticamente.
2.2.3 – Instando o MySQL
sudo apt-get install mysql-server phpmyadmin
como nos outros verificação dos arquivos de instalação e dependências serão feitas, e o phpmyadmin foi adicionado para facilitar a administração do MySQL, a confirmação de instalação vai ser solicitada, confirme.
2.1.4 – Instalando a Lib Libmysqlclient15-dev
sudo apt-get install -f libmysqlclient15-dev
vai ser verificado as dependências e logo em seguida vai ser solicitada confirmação, confirme
2.1.5 – Instalado compiladores
sudo apt-get install make gcc g++
novamente vai ser verificado as dependências e por fim a confirmação, confirme.
3 – Para Compilação
3.1 – Instalando LibEvent
Inicialmente vamos baixar em diretório de sua escolha o pacote do libevent no site oficial acessando a seguinte url:
http://monkey.org/~provos/libevent-1.4.9-stable.tar.gz
3.1.1 – Procedimentos de instalação
Siga os procedimentos abaixo na ordem em que são disponibilizados que provavelmente nada de errado vai acontecer
tar -xvzf libevent-1.4.9-stable.tar.gz
cd libevent-1.4.9-stable
./configure
make
sudo make install
Finalizando com o comando acima a instalação ainda precisamos fazer uma intervenção no sistema para que a lib que foi instalada seja usada corretamente, para isso vamos proceder da seguinte maneira:
cd /usr/lib
sudo ln -s /usr/local/lib/libevent-1.4.so.2
com isso finalizamos a instalação do libevent.
3.2 – Instalando o MSN-Proxy
Vamos providenciar o download do pacote de instalação acessando o link abaixo:
http://ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/msn-proxy/msn-proxy-0.7.tar.gz
3.2.1 – Procedimentos de instalação
Siga os procedimentos abaixo na ordem em que são disponibilizados que provavelmente nada de errado vai acontecer
tar -xvzf msn-proxy-0.7.tar.gz
cd msn-proxy-0.7/
antes de iniciarmos a compilação é preciso alterar o arquivo Makefile, já que ele vem configurado para instalações em freebsd e para instalar no linux precisamos fazer o seguinte:
vim Makefile
procurar e comentar as seguintes linhas, deixe como abaixo
# FreeBSD
#MYSQLINC=/usr/local/include
#MYSQLLIB=/usr/local/lib/mysql
procurar e descomentar as seguintes linhas e deixe como abaixo:
# Linux (most)
MYSQLINC=/usr/lib/mysql
MYSQLLIB=/usr/local/mysql/lib/mysql
salve o arquivo e vamos iniciar o procedimento de instalação.
Siga os procedimentos abaixo na ordem em que são disponibilizados que provavelmente nada de errado vai acontecer
3.2.2 – Compilando
make
sudo make install
3.2.2.3 – Copiando arquivos
sudo cp -R php /var/www
sudo mv /var/www/php /var/www/msnproxy
3.2.3 – Editando arquivos de configuração
sudo vim /var/www/msnproxy/mysql.inc.php
Deixe como mostrado abaixo trocando os valores dos campos $user e $pass:
$host = “localhost”
$user = “usuário do banco”
$pass = “sanha do usuario”
$db = “msnproxy”
$port = “3306”
sudo vim /usr/local/etc/msn-proxy/mysql/conf
Deixe como mostrado abaixo trocando os valores dos campos usuario_banco e senha_user_banco:
localhost|3306|usuario_banco|senha_user_banco|msnproxy
sudo vim /etc/php5/apache2/php.ini
Deixe como mostrado abaixo:
safe_mode = On
safe_mode_gid = On
register_globals = On
display_errors = On
4 – Adicionando a Base de Dados e tabelas ao MySQL
O Msn-Proxy trabalha usando uma pequena base de dados que não é criada junto com a instalação, portanto vamos ter que cria-la, usando o phpmyadmin ou por linha de comando, abaixo exemplifico por linha de comando.
Primeiramente vamos acessar a console do MySQL executando:
mysql -u root -p
Para criar a base de dados, é só executar o comando abaixo, lembrando que se quiser mudar o nome da base é só trocar o que esta em msnproxy por um nome a sua escolha:
CREATE DATABASE `msnproxy`;
E finalizando com a saída da console:
quit
5 – Iniciando o MSN-Proxy
Para iniciar o programa vamos executar o seguinte comando:
sudo msn-proxy -d -i
A seguinte mensagem vai ser mostrada:
fail to read mysql config (check defaults table)
se esta mensagem acima for mostra isto quer dizer que nossa base de dados esta criada e que foi populada com as tabeles dos sistema com sucesso porem ainda falta adicionar alguns dados na tabela default para isso vamos seguir os seguintes passo:
mysql -u root -p
use msnproxy;
show tables;
a saída do comando acima tem que ser esta:
+——————–+
| Tables_in_msnproxy |
+——————–+
| contact_groups |
| contacts |
| defaults |
| log |
| sb |
| users |
+——————–+
Agora vamos inserir os dados que faltam para que o msn-proxy seja corretamente carregado:
INSERT INTO `defaults` ( `internal_host` , `connect` , `save_msg` , `save_contacts` , `commands` , `warnemail` , `warndn` , `warnmsg` , `msgfont` , `msgcolor` ) VALUES (’192.168.11.250′, ‘YES’, ‘YES’, ‘YES’, ’0′, ‘administrador@seudominio.com.br’, ‘Administrador do Sistema’, ‘Para sua segurança esta mensagem esta sendo monitorada.’, ‘Arial’, ‘black’);
Com este comando vamos adicionar na tabela default os seguintes dados:
- IP do servidor que esta instalado o MSN-Proxy
- O email do Administrador do Sistema
- A mensagem que sera mostrada ao usuário de que sua seção esta sendo monitorada
PS: troque os campos em negritos por 1- ip do servidor do MSN-Proxy ; 2 – email do administrador do sistema 3- mensagem de monitoria
Agora já podemos iniciar novamente o MSN-Proxy usando o comando:
sudo msn-proxy -d -i &
6 – Direcionando as conexões
Depois de iniciado o serviço os sistema esta no ar, porem ainda não estará gerenciando as conexões, para isso vamos ter que configurar no servidor a repassagem de pacotes ou IP FORWARD vamos também precisar habilitar o NAT e por fim vamos fazer com que todas as requisições com destino a porta 1863 do MSN seja direcionada para o próprio servidor. Segue abaixo o processo:
6.1 – Habilitando o IP Forward
O comando abaixo habilita o server a fazer a repassagem dos pacotes
sudo sysctl -w net.ipv4.ip_forward=1
para aceitar as configuração executamos:
sudo sysctl -p /etc/sysctl.conf
6.2 – Configurando o NAT
Para configurar o NAT no servidor vamos executar:
sudo iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE
6.3 – Configurando o redirecionamento do MSN
Vamos executar o seguinte comando:
sudo iptables -t nat -A PREROUTING -p tcp –dport 1863 -s <ip de rede da rede interna/mascara> -j REDIRECT
7 – acessando a interface de administração
O sistema MSN-Proxy possuí uma interface de administração web que pode ser acessada por qualquer browser apenas o direcionando para a seguinte URL:
http://IP_DO_SERVIDOR/msnproxy
Acessando esse endereço vamos ter acesso a seguinte tela inicial:
Interface bem simples e intuitiva com apenas o link para a tela de configurações gerais e um chebox para que seja mostrados os usuários que estão desconectados. Neste mesma tela vão ser mostrados os contatos que estiverem online na imagem 1 e se o chebox “Mostrar usuários offline” estiver marcado os usuários desconectados também como podemos ver abaixo na imagem 2.
Ainda na tela inicial, podemos interagir com algumas informações disponíveis na tela, uma dessas opções é a “Outras opções” onde vamos poder definir configurações individuais para o usuário como veremos abaixo:
Alem das configurações de bloqueis são disponibilizados informações sobre a “Ultima conexão” do usuário com data e hora e o “Ultimo IP” neste caso sera o IP da maquina da rede interna.
Mais abaixo estão disponíveis como vai se comportar o proxy para aquele usuário como alguns tipos de bloqueios, avisos e log de mensagens e contatos.
7.1 – Configurações Gerais
Nesta tela vamos configurar como o servidor vai se comportar para todos os clientes que vão ser administrados pelo proxy. A tele é a mesma mostrada para a configuração individual dos usuários, porem nesta tudo que for configurado aqui vai ser replicados para todos. Essas configurações só acrescentam as configurações individuais elas não sobrescrevem as opções já marcadas individualmente. A tela foi dividida blocos de configuração como veremos nos tópicos a seguir:
7.1.1 – Opções de Servidor, conexão e log
Neste bloco de configurações vamos poder definir:
- IP interno do proxy → IP configurado na placa de rede interna;
- Conexão → Permite que todos os usuários tenham permissão pra logar se a opção “SIM” estiver ativa caso a opção “NÃO” esteja ativa, só usuários cadastrados e ativos;
- Salvar mensagens → Se habilitado, faz o log todas as mensagens trocadas por todos os clientes
- Salvar lista de contatos → Se habilitado, salva a lista de contatos de todos os clientes
7.2 – Outras opções
Neste bloco de configurações vamos poder definir:
IP interno do proxy → IP configurado na placa de rede interna
Conexão → Permite que todos os usuários tenham permissão pra logar se a opção “SIM” estiver ativa caso a opção “NÃO” esteja ativa, só usuários cadastrados e ativos
Salvar mensagens → Se habilitado, loga todas as mensagens trocadas por todos os clientes
Salvar lista de contatos → Se habilitado, salva a lista de contatos de todos os clientes
8.2 – Outras opções
Neste bloco de configuração veremos as opções de restrições disponíveis a tela é totalmente explicativa onde podemos destacar o bloqueio de conexão por versão dos clientes MSN, bloqueio de transferência de arquivos, Aviso de monitoramento, Bloqueio de Winks e pedidos de atenção, entre outras.
7.3 – Aviso de monitoramento
Neste ultimo bloco vamos configurar a mensagem que sera enviada ao usuário logo que for mandada a primeira mensagem em chat, avisando que esta sessão esta sendo monitorada, onde podemos informar o email do administrador para possíveis contatos, o nome do administrador e a mensagem que vai ser enviada. Ainda podemos definir que tipo de fonte vai ser utilizada e a cor do texto.
Esta mensagem só sera mostrada se a opção “Avisa ao usuário que a mensagem esta sendo monitorada” do bloco outras opções estiver marcada.
8 – Tela de contatos dos usuários
Nesta tela vamos poder visualizar a lista de contatos dos usuários, tanto os conectados quantos os que estiverem desconectados, a finalidade desta tela é permitir ou bloquear (depende da politica) que o usuário possa falar com um o mais contatos de sua lista de contatos.
9 – Tela de log
Por fim, veremos a tela de log do MSN-Proxy, caso tenha habilitado esta funcionalidade todas a conversas vão ser logadas e vão estar disponíveis como vemos demonstrado abaixo na tela:
maio 15, 2010 No Comments
Como instalar o Ubuntu Karmic Koala (Ubuntu 9.10)
Este artigo irá explicar cada pormenor que uma instalação de raiz precisa de ter. Irão ser abordados aspectos desde do disco, como desfragmentação e particionamento, até aos mais pequenos pormenores das configurações de pré-instalação e de pós-instalação, nomeadamente dicas de pormenores que qualquer utilizador deve fazer logo a seguir à instalação. Assim, se ainda não tem o novo Ubuntu Karmic Koala instalado, este artigo é para si, leia-o atentamente e proceda à instalação deste excelente sistema operativo que é o Ubuntu!
Pre-Requisitos
De seguida apresento alguns dados sobre os Pre-Requisitos que, na minha opinião são precisos. Não são dados oficiais, mas que na minha opinião devem ser tidos em atenção (caso discorde, não hesite em comentar este artigo!). Como requisitos mínimos, e atenção que nestas condições o Ubuntu poderá funcionar mais lento que o normal, recomendo as seguintes características:
- Processador: 700MHz;
- Memória RAM: 512MB;
- Disco: 4GB;
- Placa Gráfica: qualquer placa gráfica (funcionamento do sistema de efeitos visuais poderá estar condicionado conforme a placa gráfica)
Como requisitos mínimos recomendados, ou seja, requisitos para ter o seu Ubuntu a funcionar em perfeitas condições, recomendo as seguintes características:
- Processador: 1.2GHz;
- Memória RAM: 1GB;
- Disco: 10GB (espaço suficiente praticamente para ter todos os programas que quer, nunca precisei de mais!)
- Placa Gráfica: De preferência nVidia (porque tem bons drivers) e, para ter todas as capacidades dos efeitos visuais deve ter no mínimo uma Geforce6, no entanto, o funcionamento de uma geforce4, chega para os efeitos visuais comuns. Quanto à ATI, recomendo no mínimo um R300. Quanto aos utilizadores da excelente placa gráfica integrada Intel, qualquer uma superior à GMA 3000 terá bons resultados, aliás nem será preciso instalar drivers!
Pre-Particionamento
Se apenas tem o Windows instalado no seu PC e ainda não tem as partições prontas para instalar o Ubuntu, deve, mesmo antes de ler este artigo, pôr o seu Windows a desfragmentar o disco onde irá instalar o Ubuntu. Se você não sabe o que é o particionamento do seu disco ou se não sabe como fazer isso, mais à frente neste artigo irá saber como o fazer! Para já deixe o disco a desfragmentar enquanto lê o artigo todo de modo a não perder os dados do seu Windows aquando da instalação do Ubuntu.
Atenção, se o seu disco está muito cheio, aproveite e faça uma cópia de segurança aos seus dados mais importantes, pois existe uma pequena probabilidade de ao criar as partições haja perda de dados. Entretanto continue a ler para saber quanto espaço no disco deve ter para instalar o Ubuntu para saber e precisa de libertar espaço ou não.
Faça download da imagem do Ubuntu Karmic Koala!
Se ainda não tem o Ubuntu Karmic Koala, ponha o seu computador a fazer download da imagem também enquanto lê este artigo. Pode obter o Ubuntu de várias maneira, ou via torrent:
Ou via site oficial do Ubuntu (a minha recomendação em termos de velocidade):
Poderá também obter o Ubuntu em sua casa através do serviço Shipit, apenas precisará de encomendar gratuitamente no site a seguir (no entanto, existe o problema de o envio demorar cerca de 4 semanas, ou até mais!):
Grave a imagem do Ubuntu num CD ou numa pen USB!
Depois de ter feito download da imagem do Ubuntu, deverá gravá-la ou num CD ou numa pen drive. Se gravar num CD, deverá utilizar um programa próprio de gravação de imagens (atenção não insira o ficheiro .iso dentro de um CD, mas sim utilize a opção de gravação de imagens do programa que tiver a utilizar!).
A minha recomendação é utilizar uma pen (com tamanho mínimo de um 1GB). Assim, evita o gasto de um CD e o processo de instalação é muito mais mais rápido. Se desejar gravar a imagem numa pen drive, recomendo a leitura deste artigo que explica todos os pormenores desse processo:
Configure a BIOS
Actualmente os novos computadores vêm com a BIOS programada para arrancar primeiro por CD e por pen USB antes do disco, por isso, em princípio, o seu computador irá arrancar automaticamente pelo CD ou pela pen, conforme a maneira que escolheu para instalar o Ubuntu. No entanto, o seu computador pode não arrancar por nenhum deles, nesse caso, deverá configurar a BIOS para que o faça.
Existe uma infinidade de BIOS diferentes e seria preciso muito mais que artigo para abordar todas os aspectos necessários para configurar uma para arrancar ou pelo CD ou pela pen. Por esse motivo, isso não é abordado neste artigo, no entanto, recomendo a ver esta página que provavelmente o ajudará:
No caso de não ajudar, procure no Google como conseguir mudar a BIOS da sua motherboard para arrancar pela pen ou pelo CD do Ubuntu.
Arranque do Ubuntu pelo CD ou pela pen
Depois de ter a BIOS configurada e o CD ou a pen prontos, reinicie o computador para ele arrancar ou pelo CD ou pela pen. Se tudo correr bem, irá aparecer uma janela semelhante à seguinte onde deverá escolher a sua língua:
De seguida, ao invés de escolher a opção “Instalar Ubuntu”, deverá escolher a opção “Experimentar Ubuntu sem fazer nenhuma alteração no seu computador“. Assim, poderá criar partições e inclusive navegar na Internet enquanto espera que o processo de instalação acabe.
Depois de o Ubuntu arrancar você estará pronto para proceder à instalação! De seguida explico como particionar o disco. No caso de já ter o seu disco particionado e pronto para instalar o Ubuntu, avance a secção a seguir!
Particionamento do disco
Noções básicas
Se só tem o Windows instalado, terá de reduzir a partição do Windows para criar algumas outras partições necessárias para o perfeito funcionamento do Ubuntu. Essa redução terá de ser inferior ao espaço livre, se não, obviamente, perderá dados. Também deverá ter noção que, tal como refiro no início deste artigo, deverá desfragmentar a partição que irá reduzir para não perder os dados.
Quanto às partições necessárias para o Ubuntu, o meu conselho é utilizar 3 partições para o Ubuntu, no entanto, caso não seja possível, poderá prescindir de uma delas. Esta minha recomendação deverá ser seguida de forma a ter um Ubuntu com uma organização excelente que permitirá num futuro poder actualizar para novas versões do Ubuntu sem perder dados. Isso será possível pois irá ter uma parição dedicada aos seus dados e às configurações do Ubuntu. Assim, quando quiser instalar outro Ubuntu, ele irá automaticamente buscar essas configurações a essa partição.
Tamanhos das partições do Ubuntu
Para além da partição do próprio Ubuntu e da partição dos dados, é aconselhável que faça também uma partição SWAP, que servirá como ajuda da memória RAM aquando de possíveis excessos de memória usada. Esta partição deverá ter o dobro do tamanho da RAM que o seu computador tem, no entanto, não aconselho a criar uma partição maior que 2GB. Como no meu caso tenho 1GB de RAM, neste artigo a partição da SWAP irá ter 2GB de espaço. Esta partição, nos computadores novos que têm mais de 1GB de memória, poderá ser abdicada em prol de mais espaço para os seus dados.
Quanto à partição do Ubuntu, normalmente denominada, partição da “Raiz”, esta deverá ter o tamanho referido nos pré-requisitos. No mínimo deverá ter 4GB. A minha recomendação é 10GB, pois assim terá espaço para instalar muitos programas. Por exemplo eu nunca tive problemas de espaço e instalo muitos programas para poder fazer artigos para este blog.
Quanto à partição dos seus dados, denominada “home”, esta deverá ter o espaço necessário para os seus dados (músicas, documentos, filmes, etc.). Normalmente o que faço é o seguinte: reduzo o máximo de espaço possível da partição do Windows, crio a partição da Raiz de 10GB, crio a partição SWAP conforme a memória, normalmente de 2GB, e o restante fica para a “home”.
Reduza a partição do Windows!
Para proceder ao particionamento, comece por abrir o melhor programa de particionamentos que vem já instalado no Ubuntu. Esse programa chama-se GParted e está disponível em Sistema→Administração→GParted. Todas as mudanças que fizer só serão aplicadas quando clicar no botão “Aplicar”, até lá poderá fazer e refazer partições à vontade.
Quando o abrir, seleccione o disco a particionar (se tiver mais que um poderá distingui-los pelo tamanho) e clique no botão “Redimensionar/Mover a partição seleccionada“. Deverá reduzir a partição o suficiente para criar as outras partições. No meu caso, irei fazer uma partição de 10GB para a raiz, uma de 2GB para a SWAP e outra de 15GB para a “Home”, totalizando 27GB para o Ubuntu. Assim a redução que irei fazer será de cerca de 27GB. Para definir o espaço livre que quer no final basta escrever o valor (em MegaBytes) na caixa de texto intitulada “Espaço Livre Subsequente (MiB)“. Pode aproveitar e etiquetar a partição para saber, quando aplicar as mudanças, se fez tudo bem. Depois de definir os valores finais, clique no botão “Redimensionar/Mover“.
Crie as partições necessárias para o Ubuntu!
Agora que tem espaço para criar partições, clique com a tecla da direita do rato em cima da secção intitulada “Sem alocação” e clique na opção “Novo“.
Na nova janela, deverá escolher o tamanho que quer para o Ubuntu, ou seja, para a partição da raiz do Ubuntu. Para além de definir o tamanho dela na caixa de texto “Novo Tamanho (MiB)“, deverá também definir o “Sistema de Ficheiros” como Ext4! Depois de definir esses dois valores, clique no botão “Adicionar“.
De seguida, volte a clicar na tecla da direita do rato na secção cinzenta denominada “Sem alocação” para definir o tamanho da partição da “home”. No meu caso, digitei 2GB de espaço final, na caixa de texto “Espaço Livre Subsequente (MiB)“. Assim o restante fica para a “home”. Não se esqueça de definir o “Sistema de Ficheiros” também do tipo ext4!
Por fim, volte a clicar com a tecla da direita do rato em cima da secção “Sem alocação” para definir a partição SWAP. Na nova janela, a única coisa que precisará de mudar é o “Sistema de Ficheiros” para o tipo Linux-Swap. O tamanho está definido como máximo, que deverá ser 2GB por isso não é necessário mudar.Poderá também, tal como fiz nas partições anteriores, etiquetar cada partição.
No final, quando todas as partições estiverem definidas deverá clicar no botão “Aplicar todas as Operações” de modo a proceder ao particionamento. Entretanto clique na imagem a seguir para ver como ficou no meu caso e se no seu caso ficou semelhante.
Irá abrir um nova janela e deverá esperar que o processo esteja concluído. No final verifique se deu algum erro!
Instalação do Ubuntu
Agora que tem as partições prontas já pode proceder à instalação do Ubuntu. Para tal, dê duplo clique no ícone que se encontra na área de trabalho chamado “Instalar Ubuntu 9.10″.
Na nova janela comece por definir o seu idioma e clique no botão “Avançar” para seguir para o Passo 2 da instalação.
No passo 2, deverá seleccionar a sua localização de forma a poder obter actualizações de servidores perto de si, para ser mais rápido, e de forma a ter as definições próprias da sua localização, por exemplo a unidade monetária e a hora. Depois de seleccionar a sua localização, clique novamente no botão “Avançar“.
Neste novo passo deverá escolher o tipo de teclado que você utiliza. Em princípio o Ubuntu irá descobrir automaticamente qual é o seu teclado, no entanto, para prevenir eventuais erros, escreva caracteres especiais na caixa de texto disponibilizada no instalador de forma a ver se o teclado que o Ubuntu escolheu está correcto. Se não estiver, seleccione a opção “Escolha a sua:” e de seguida tente encontrar o teclado correcto. Clique no botão “Avançar” para seguir para o próximo passo.
No quarto passo, deverá ter muito cuidado com o que selecciona! Por padrão, o Ubuntu irá apagar todo o seu disco e provavelmente não é isso que o utilizador quer. Assim, seleccione a opção “Especificar partições manualmente (avançado)” e clique em “Avançar“.
O Ubuntu irá analisar o seu disco e irá apresentar uma janela semelhante à do GParted. Ora como você já definiu os tamanhos das partições, bastará apenas dizer onde instalar o quê. Assim, comece por seleccionar a partição que escolheu como “Raiz do Ubuntu”, em princípio, a de 10GB e clique com a tecla da direita do rato em cima dela e seleccione a opção “Alterar“.
Será aberta uma nova janela e deverá preencher da seguinte maneira:
Tamanho da Nova Partição: Deixar estar como está;
Utilizar como: Seleccionar opção “Sistema de Ficheiros Ext4 com journal”;
Formatar a partição: SIM, ou seja, com o visto;
Mount Point: Seleccionar a opção “/” que é a raiz.
E clique no botão OK.
Novamente na lista de partições, seleccione a que irá ser a sua HOME e clique com a tecla da direita do rato em cima e escolha a opção “Alterar“.
Preencha a nova janela da forma seguinte:
Tamanho da Nova Partição: Deixar estar como está;
Utilizar como: Seleccionar opção “Sistema de Ficheiros Ext4 com journal”;
Formatar a partição: SIM, ou seja, com o visto;
Mount Point: Seleccionar a opção “/home” que é a raiz.
E clique no botão OK.
A partição do Windows não deverá ter a opção “Formatar”. A partição SWAP não precisa de ser modificada, pois é do tipo Linux-Swap que significa que sempre que existir essa partição ela será formatada e utilizada como memória auxiliar. Ou seja, no final, e antes de clicar em avançar verifique se tem a lista semelhante à da imagem seguinte (clique nela para visualizar melhor!).
Depois de clicar em avançar, aparecerá o penúltimo passo, onde deverá pôr as suas informações pessoais. Atenção, a senha deverá ser minimamente difícil, ou seja, com letras e pelo menos um número. Conheço um caso de um utilizador que foi atacado pelo hacker pois tinha a senha muito simples.
Por fim, verifique se todos os dados estão correctos e clique no botão instalar para proceder à instalação do Ubuntu! Entretanto, enquanto que o Ubuntu é instalado, o utilizador poderá explorar o Ubuntu, ou navegar pela Internet ou até jogar!
No final da instalação irá aparecer a janela seguinte e deverá clicar no botão “Reiniciar Agora” para poder desfrutar deste novo sistema operativo.
Configurações Pós-Instalação
Depois de ter o Ubuntu instalado, aconselho a instalar todos os codecs necessários para poder ouvir quase qualquer tipo de música e de vídeo, bem como qualquer ficheiro compactado que lhe possa aparecer. Mais, este seu Ubuntu, fresquinho, ainda não tem a máquina virtual Java para poder abrir determinadas aplicações desse tipo nem tem o Flash da Adobe para poder ver vídeos do Youtube. Ora, para resolver essa questão aconselho-o a ver este artigo, que rapidamente resolverá esse problema!
Entretanto, convido-o também a ler os artigos a seguiram que melhoram a produtividade do seu Ubuntu, e permite impressionar os seus amigo com excelentes efeitos visuais que permitem ter uma produtividade acima do normal:
- Um visual do Ubuntu bastante mais produtivo! - Este artigo explica como pode ter um ambiente de trabalho mais compacto e por isso mais objectivo, tornando a produtividade muito superior;
- Aumente a produtividade através do Compiz – Depois de seguir este artigo, tenho a certeza que ficará impressionado com o resultado! O seu Ubuntu ficará incrivelmente mais produtivo, desafio-o a experimentar!
- Barra do Gnome vidrada para o Karmic Koala – Este pequeno artigo ensina-lhe como pode ter os Paineis do Gnome com um visual bastante mais agradável.
fonte: http://ubuntued.info/como-instalar-ubuntu-karmic-koala-9-10
fevereiro 19, 2010 No Comments










