Category — Aplicativos

Bloqueie conteúdo adulto sem instalação alguma em sua casa/escritório com o OpenDNS FamilyShield

O OpenDNS é um serviço gratuito de resolução de DNS que oferece os quatro servidores para uso público, mapeado para o servidor operacional mais próximo pelo roteamento Anycast.

O OpenDNS lançou a algum tempo um serviço chamado FamilyShield, que permite controlar o acesso a internet deixando assim estes computadores livres de conteúdo adulto, este serviço é gratuito e não requer contas ou assinaturas tão pouco downloads ou software para se instalar.

Configurando seu sistema Linux com os novos servidores DNS

Você pode configurar qualquer dispositivo/sistema que suporte configuração de DNS tais como roteadores, consoles, modens ADSL, Linux, Windows e Machintoches com este serviço, porém, aqui falarei somente do sistema Linux.

Pressione as teclas ALT + F2 e escreva:

gksu gedit /etc/resolv.conf

Pressione ENTER, substitua gedit pelo seu editor de textos, no KDE por exemplo você deverá usar o kedit, informe sua senha e pressione enter novamente.

Substitua os DNS atuais por estes: 208.67.222.123, 208.67.220.123, como mostrado na imagem abaixo.

Note que comentei os DNS que haviam antes no arquivo.

Você pode passar estas instruções para seu roteador também, veja aqui passo-a-passos para Windows, MAC, telefones e outros e neste link o passo-a-passo para rotear seu router.

Assim que fizer a configuração tente acessar algum site com conteúdo impróprio, você verá uma imagem como a seguinte.

Testando o funcionamento

Para testar a configuração o OpenDNS disponibiliza um link, isto ajuda, para quando estiver na casa de um amigo você não ter que acessar algum site adulto para ver se a configuração está funcionando bem.

Clique neste link: https://store.opendns.com/familyshield/welcome, você deverá ver uma imagem como esta:

Caso contrário a configuração não está correta.

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julho 24, 2010   No Comments

Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Depois de lê-lo, o famoso “gerenciamento de pacotes” ficará mais claro. Basta apenas 10 minutos de seu tempo ocioso para aprender sobre este tópico de forma rápida e fácil.

Servirá também para todas as distros derivadas do Debian e que tenham condições de usar o apt-get/synaptic, mesmo que exista um instalador de pacotes próprio.

Mas o que é gerenciamento de pacotes? Nada mais que a decisão tomada em relação aos pacotes instalados no computador, os recursos que serão adicionados ou removidos, as configurações existentes, enfim, todo o processo advindo da necessidade que o usuário tem em relação ao sistema operacional que utiliza.

É muito comum o usuário iniciante sentir-se “perdido” no mundo Linux por desconhecer os programas e o que fazem. Além de instalá-los, vai depender de um conhecimento geral sobre os principais softwares que necessita para suas atividades diárias. Por isso colocamos uma lista de software equivalentes, para servir de guia.

Mas deixemos de papo e continuemos.

Porquê o apt-get/synaptic?

Porque, na minha opinião, não inventaram nada melhor do que ele neste anos todos. Nenhum gerenciador de pacotes que tivesse aquele “quê” de especial, que justificasse sua existência no lugar do apt-get/synaptic. Está disponível em todas as distros derivadas do Debian, instalado por padrão ou nos repositórios, sendo fácil sua instalação e configuração.

Apt significa “Advanced Packaging Tool” ou “Ferramenta Avançada de Empacotamento” e foi criada originalmente para o Debian. Na versão 6.0 do Conectiva Linux, já tinha sido portado para uso com pacotes rpm, compatível com outras distros que usam este sistema (1).

Usando o apt-get, você pode migrar para qualquer distro que o tenha disponível, evitando novo aprendizado para uma tarefa que já saiba fazer naquela ferramenta. Ele é usado via terminal, com o comando “apt-get” associado a:
update – adquire novas listas de pacotes.
upgrade – faz uma atualização.
install – instala novos pacotes
remove – remove um pacote.
source – faz o download de arquivos fonte.
build-dep – configura as dependências de compilação de pacotes fonte.
dist-upgrade – atualiza a distribuição, consulte apt-get(8).
dselect-upgrade – segue as seleções do dselect.
clean – apaga arquivos baixados para instalação.
autoclean – apaga arquivos antigos baixados para instalação.
check – verifica se não há dependências quebradas.

Mais as seguintes opções:
-h – texto de ajuda.
-q – saída logável, exceto para erros.
-qq – sem saída, exceto para erros.
-d – fazer o download apenas – NÃO instalar ou desempacotar arquivos.
-s – não-agir. Executar simulação de ordenação.
-y – assumir Sim para todas as perguntas, não pedir confirmação.
-f – tenta continuar se a checagem de integridade falhar.
-m – tenta continuar se os arquivos não podem ser localizados.
-u – mostra uma lista de pacotes atualizados também.
-b – constrói o pacote fonte depois de baixá-lo.
-c=? – ler esse arquivo de configuração.
-o=? – definir uma opção de configuração arbitrária, ex -o dir::cache=/tmp.

Para que complicar a vida? Você não precisa ficar usando o terminal para gerenciar seus pacotes no Ubuntu e Debian-like, pois é impossível ter uma visão abrangente desta forma. Veja a imagem que coloquei abaixo. Como ter uma idéia do que está ocorrendo com tanta informação na tela preta?

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Para facilitar nossas vidas foi criada a interface gráfica “synaptic”:

Ele permite uma visão completa dos pacotes por instalar, instalados e os que não são mais necessários. Permite adicionar e remover repositórios, configurar o cache e muito mais. Com o synaptic qualquer usuário pode fazer um gerenciamento de softwares eficiente.

Mas é bom que você entenda uma diferença fundamental com o Windows. Neste, o compromisso da empresa licenciadora é de fornecer “apenas” o sistema operacional. Eventualmente um ou outro software em que ela deseja inserir-se num nicho específico, utilizando-se da base instalada. O uso de softwares adicionais depende da compra das licenças respectivas.

No Linux, instalando uma versão comercial ou não, seguirá uma quantidade “X” de softwares para as mais distintas funções: suíte office, browser, editor de imagem, MTA etc. Também estão disponíveis diversos programas que não precisam ser adquiridos separadamente.

Para usá-los, basta apenas uma conexão decente com a internet e escolher o que se quer. Nada mais do que isso. No meu entender, este é o grande barato do software livre: um mundo inteiro disponível a alguns cliques de mouse.

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

O que preciso para instalar programas com o apt-get/synaptic?

Para instalar pacotes com o apt-get/synaptic necessita-se de:

  • uma conexão banda larga (preferência)
  • configurar os repositórios
  • atualizar a lista de repositórios
  • baixar os pacotes desejados

Observe bem: apenas 4 passos, nem mais nem menos! Parece difícil?

A conexão com a banda larga não é objetivo deste trabalho e não será abordada. Passando à configuração dos repositórios, há duas formas de fazê-lo: num terminal ou na interface gráfica. Nenhum é melhor que o outro. Depende basicamente da preferência de cada usuário.

Repositório é um servidor que armazena os arquivos a serem baixados pelo apt, e seu endereço na web fica guardado num arquivo padrão chamado sources.list em /etc/apt. Abaixo mostro um fragmento do meu arquivo, com os endereços que utilizo no Ubuntu:

deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic main restricted universe multiverse
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-updates main restricted universe multiverse
deb http://security.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-security main restricted universe multiverse
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-backports main restricted universe multiverse
deb http://archive.canonical.com/ubuntu/ karmic partner

# multimídia no ubuntu
deb http://packages.medibuntu.org/ karmic free non-free

Onde:

  • deb – indica o tipo de pacote
  • http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ – endereço onde se vai baixar pacotes
  • karmic – versão da distribuição a ser baixados os pacotes
  • main restricted universe multiverse – repositórios propriamente ditos

Você pode usar repositórios suportados oficialmente por sua distro ou de terceiros, assumindo os riscos pela segurança e atualização dos pacotes em questão. Veja no exemplo acima que adicionei o repositório do “medibuntu” para dar suporte multimídia extra ao Ubuntu. É desenvolvido por terceiros, entretanto com atualizações periódicas dos softwares.

Não se esqueça que cada repositório deverá obedecer a ordem acima, se o sources.list for editado manualmente. Mas se você o fizer pelo synaptic, olhe abaixo como deverá ficar (no caso, o mesmo repositório “medibuntu”):

deb http://packages.medibuntu.org/ karmic free non-free
Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Esta tela é acessada abrindo o “synaptic -> repositórios -> novo” e adicionando manualmente os dados como já visto.

Após você adicionar todos os repositórios de que deseje, está na hora de atualizar a base de dados de seu apt. Mas o que é isso? Simples! Baixa-se pacotes compactados com a relação de todos os softwares disponíveis para instalação. Quando você selecionar o software “X”, o apt vai baixá-lo no endereço em que está listado como existente.

Para fazer a atualização pelo terminal, rode no terminal:

$ sudo apt-get update

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

No synaptic, clique no botão “recarregar” e espere terminar o processo:

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Se esta parte terminou sem nenhum sobressalto, você poderá receber a seguinte mensagem:

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like
Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Isto significa que a lista de pacotes foi atualizada mas é preciso fazer o download da chave de autenticação. Esta chave é um código numérico que “comprova” a autenticidade dos pacotes de um referido repositório. Para baixá-la, podem ser utilizados dois métodos que você já sabe quais são: no terminal e na interface gráfica.

Esta chave varia em cada repositório, sendo que tomaremos como exemplo ainda o medibuntu, que é 2EBC26B60C5A2783.

Para baixá-la no terminal, faça:

$ sudo gpg –keyserver subkeys.pgp.net –recv 2EBC26B60C5A2783
$ sudo gpg –export –armor 2EBC26B60C5A2783 | sudo apt-key add -
$ sudo apt-get update

Ou então:

$ sudo apt-get install medibuntu-keyring
$ sudo apt-get update

No synaptic, basta procurar o pacote com o nome de “medibuntu-keyring” e marcá-lo para instalação com o botão direito do mouse. Aí basta apenas clicar no botão “aplicar”:

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Prontinho! Agora é só instalar os pacotes que deseja, usando os comandos com o apt ou então pelo synaptic.

Instalando pacotes com o apt/synaptic

Agora que o mais chatinho já foi feito, vamos instalar softwares no Ubuntu e Debian-like sem maiores delongas. Este é o maior barato. A partir deste momento, basta usar o terminal ou a interface gráfica. Conectado à internet, escolha o que quiser e corra para o abraço da torcida.

Vamos mostrar um pequeno exemplo, instalando um visualizador de imagens. No caso, o gpicview. No terminal precisamos fazer:

$ sudo apt-get install gpicview

No synaptic, clique em “procurar” -> escreva o nome do pacote desejado -> “procurar” novamente. Clique com o botão direito do mouse -> marcar para instalação -> aplicar. A única limitação existente é a velocidade de sua conexão internet. O apt vai baixar e instalar o que foi pedido. Veja nosso exemplo:

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Para desinstalá-lo, faça:

$ sudo apt-get remove gpicview

Ou no synaptic, repita a operação anterior optando no mouse por “marcar para remoção completa”. Também simples e fácil, sem nenhuma burocracia.

E para terminarmos este trabalho, aqui vai uma relação da equivalência entre softwares do Windows e do Linux, para servir de guia enquanto não se acostuma com os mesmos (2):

Microsoft Office – OpenOffice.org, Abiword/Gnumeric
Adobe Page Maker – Scribus
Descarregador de imagens do Windows – DigiKam
Delphi – Lazarus
Visual Basic – Gambas
3D Studio – Blender, PovRay
AutoCad – Qcad
Microsoft Money – KmyMoney
Internet Explorer – Firefox, Opera, Chrome, Midori, Arora
MS Outlook – Thunderbird, Evolution
Babylon – BabyTrans
eMule – aMule
Msn Messenger – aMsn, Emesene, Kmess, Kopete, Pidgin, Mercury
Desktop 3D – compiz
Windows Media Player – Kaffeine, Mplayer, Xine
Nero – K3B, brasero
PortSniffer – wireShark
Editor de imagem – gimp
PortScanner – Nessus
Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Instalando-pacotes-no-Ubuntu-e-distros-Debianlike

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julho 23, 2010   No Comments

Como fazer a instalação do Avast antivírus no Linux

Este artigo mostra como fazer a instalação do Avast antivírus no Linux. Além de ser grátis, mostrou-se mais eficaz que o ClamAV nos meus testes.

Faça o download do Avast4 e da lib nos links abaixo:

Extraia os dois pacotes com o comando:

# tar -xzf nome_do_pacote

Depois de extraídos, instale primeiramente a lib e posteriormente oAvast4server. Para fazer a instalação é só executar o comando:

# ./mkinstall.sh

O comando é o mesmo para a instalação dos dois pacotes, ressaltando que você deve instalar a LIB antes do Avast.

Para atualizar a base de dados de vírus de seu Avast, execute o comando:

# avastvpsupdate.pl

Após tê-lo atualizado, você já pode executar o escaneamento:

# avastcmd /home

Pronto, seu Avast esta instalado e operante.

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março 5, 2010   No Comments

Business Intelligence – Pentaho 3.5 com PostgreSQL

Business Intelligence – Pentaho 3.5 com PostgreSQL


Quando tive que implementar o Pentaho (backend) em um grande cliente, a necessidade para performance, logo: PostgreSQL. Encontrei pouca documentação explicando como fazer deploy na combinação: JBoss/Tomcat + PostgreSQL. Isto era na recente versão 3 e as referências eram todas para a versão 2, quando o Pentaho vinha out-of-the-box preparado para JBoss.

Recentemente tive que implementar a versão 3.5 e lembrei de postar este documento para a comunidade, ainda postarei um pacote .deb para facilitar as coisas aos mesmos sysadmins como eu =)

CONFIGURAR O APT

Editar o arquivo /etc/apt/sources.list conforme as linhas abaixo:

1 #
2 # deb cdrom:[Debian GNU/Linux 5.0.1 _Lenny_ - Official i386 DVD Binary-1 20090413-00:33]/ lenny contrib main
3
4 #deb cdrom:[Debian GNU/Linux 5.0.1 _Lenny_ - Official i386 DVD Binary-1 20090413-00:33]/ lenny contrib main
5
6 deb http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib
7 deb-src http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib
8
9 deb http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main contrib
10 deb-src http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main contrib
11
12
13 deb http://ftp.us.debian.org/debian lenny main contrib non-free
14

Para instalar os pacotes providos pelo repositório Debian, basta executar:

apt-get update

apt-get install postgresql-8.3
apt-get install openssh-server
apt-get install sun-java6-jdk
apt-get install vim

Baixe o Pentaho Biserver-ce 3.5: http://sourceforge.net/projects/pentaho/

CONFIGURANDO A SUÍTE Pentaho (CE) 3.5


CONFIGURANDO O BANCO DE DADOS PostgreSQL

Após instalar o PostgreSQL, é recomendável que você mantenha seus dados (partição com dados ou sua tablespace) em um disco de alta performance, SSD, por exemplo. RAID, opte por xfs com RAID 1+0. Separe também o seu pg_xlog. Não existe receita para tuning do PostgreSQL, tudo depende dos dados que terá em seu data warehouse, consulte um especialista.

Criar usuários hibuser e pentaho_user para o banco, esse procedimento deve ser realizado como usuário postgres:

su – postgres
postgres@biserver:/> psql
postgres=# CREATE USER hibuser password ‘password’;
CREATE ROLE
postgres=# create DATABASE hibernate owner hibuser;
CREATE DATABASE

postgres=# CREATE USER pentaho_user password ‘password’;
CREATE ROLE
postgres=# create DATABASE quartz owner pentaho_user;
CREATE DATABASE

postgres=# create DATABASE sampledata WITH ENCODING ‘SQL_ASCII’ owner pentaho_user;
CREATE DATABASE

Por enquanto é isto. Para quem deseja ter os relatórios exemplo que vêm com a Suíte Pentaho, deve importar os bancos disponíveis no diretório biserver-ce/data/postgresql/.

IMPORTANTO BASES DE RELATÓRIO PADRÃO

NOTA: Caso você deseje os relatórios padrão do Pentaho, siga com estes passos, caso contrário, pule para o próximo ítem Pentaho.

Base de dados SampleData: Esta base contém os dados de exemplo dos relatórios do Pentaho, porém está incompleta. Clique aqui para baixar o pacote com todas as bases exemplo completas.

cp /pentaho/biserver-ce/data/postgresql/*.sql /tmp
chmod 777 /tmp/*.sql
su – postgres
psql sampledata < /tmp/postgresql_sampleData.sql
SET
SET
SET
COMMENT
SET
SET
SET
CREATE TABLE
ALTER TABLE
CREATE TABLE
ALTER TABLE
CREATE TABLE
ALTER TABLE
REVOKE
REVOKE
GRANT
GRANT
(continua…)

Base de dados Quartz: Base de “time” utilizado pelo Pentaho.

psql < /tmp/create_quartz_postgresql.sql
ERROR: database “quartz” is being accessed by other users
ERROR: role “pentaho_user” cannot be dropped because some objects depend on it
DETAIL: owner of database quartz
ERROR: role “pentaho_user” already exists
ERROR: database “quartz” already exists
GRANT
You are now connected to database “quartz” as user “pentaho_user”.
BEGIN
NOTICE: table “qrtz_job_listeners” does not exist, skipping
DROP TABLE
NOTICE: table “qrtz_trigger_listeners” does not exist, skipping
DROP TABLE
NOTICE: table “qrtz_fired_triggers” does not exist, skipping
DROP TABLE
NOTICE: CREATE TABLE / PRIMARY KEY will create implicit index “qrtz_triggers_pkey” for table “qrtz_triggers”
CREATE TABLE
(continua…)
Banco de repositórios:

psql < /tmp/create_repository_postgresql.sql

Por natureza de adaptação da transferência de banco de exemplos de relatórios do Pentaho HSQLDB para PostgreSQL, deve-se criar views no banco de dados pois o HSQLDB interpreta suas tabelas em letras maiúsculas, já os bancos PostgreSQL e MySQL deve ser explícito:

su – postgres
psql sampledata

create view customers as select * from “CUSTOMERS”;
create view customer_w_ter as select * from “CUSTOMER_W_TER”;
create view department_managers as select * from “DEPARTMENT_MANAGERS”;
create view employees as select * from “EMPLOYEES”;
create view offices as select * from “OFFICES”;
create view orderdetails as select * from “ORDERDETAILS”;
create view orderfact as select * from “ORDERFACT”;
create view orders as select * from “ORDERS”;
create view payments as select * from “PAYMENTS”;
create view products as select * from “PRODUCTS”;
create view quadrant_actuals as select * from “QUADRANT_ACTUALS”;
create view time as select * from “TIME”;
create view trial_balance as select * from “TRIAL_BALANCE”;

Pentaho

O processo de instalação e configuração da suíte pentaho deve ser realizada como usuário root, conforme sugerido:

mkdir /pentaho
cd /pentaho
tar -xvzf biserver-ce-3.5.0.stable.tar.gz

Após descompactar o pacotes obtido no site, será criado 2 diretórios:

  • Diretório responsável pela administração:
    - administration-console
  • Diretório responsável pelo biserver:
    - biserver-ce

Ajustes nos scripts de inicialização

Adicionar a seguinte linha definindo o PATH do JAVA_HOME no arquivo: /pentaho/biserver-ce/set-pentaho-java.sh

29
30 JAVA_HOME=/usr/lib/jvm/java-6-sun
31
Remover a inicialização do banco hypersonic, pois a instalação utiliza o banco PostgreSQL, arquivo: /pentaho/biserver-ce/start-pentaho.sh
25 if [ "$?" = 0 ]; then
26 # Desativando o hypersonic, pois temos tudo no PostgreSQL
27 ##cd “$DIR/data”
28 ##sh start_hypersonic.sh &
29 cd “$DIR/tomcat/bin”
30 export CATALINA_OPTS=”-Xms2048m -Xmx2048m -XX:MaxPermSize=256m -Dsun.rmi.dgc.client.gcInterval=3600000 -Dsun.rmi.dgc.server.gcInterval=3600000″
31 JAVA_HOME=$_PENTAHO_JAVA_HOME
32 sh startup.sh
33 fi

Note a linha 30 o ajuste da quantidade de memória para JVM. Novamente, tudo depende do uso, faz-se necessário monitoramento constante para adequação. Uma indicação para monitoramento é zabbix + zapcat.
Realizar a mesma modificação (adicionar comentário) no arquivo: /pentaho/biserver-ce/stop-pentaho.sh

21 ## Hypersonic desabilitado, temos tudo no PostgreSQL
22 ##cd “$DIR/data”
23 ##sh stop_hypersonic.sh &
24 cd “$DIR/tomcat/bin”
25 JAVA_HOME=$_PENTAHO_JAVA_HOME
26 sh shutdown.sh

Eu acabei criando um script de inicialização da plataforma, ele inicia e finaliza o BIServer 3.5 e o Administration console, segue abaixo:

NOTA: Para a versão 3, basta modificar o start-pac.sh para o script start ;)

1 #!/bin/bash
2 ### BEGIN INIT INFO
3 # Provides: start-pentaho stop-pentaho
4 # Default-Start: 2 3 4 5
5 # Default-Stop: 0 1 6
6 # Description: Pentaho BI Platform
7 ### END INIT INFO
8
9 # Flavio Torres, flavio.torres@4linux.com.br
10 # Script de inicializacao do pentaho e administration console
11 # Dezembro, 2009 – GPL
12
13 # Utilizacao do jdk e jre 64bits
14 export JAVA_HOME=/usr/lib/jvm/java-6-sun
15
16 cd /pentaho/biserver-ce
17
18 start(){
19 if [ "$1" == "adm" ];then
20 echo “Iniciando aplicacao administration-console”
21 cd ../administration-console
22 ./start-pac.sh > /tmp/pentaho_console.out 2>&1 &
23
24 else
25 echo “Iniciando aplicacao biserver”
26 ./start-pentaho.sh > /tmp/pentaho.out 2>&1
27 fi
28
29 echo “ok”
30
31 }
32
33 stop(){
34
35
36 if [ "$1" == "adm" ];then
37 echo “Finalizando aplicacao administration-console”
38 cd ../administration-console
39 ./stop-pac.sh
40 else
41 echo “Finalizando aplicacao biserver”
42 ./stop-pentaho.sh
43 fi
44
45 echo “ok”
46 }
47
48
49 case “$1″ in
50 start)
51 start $2
52 ;;
53 stop)
54 stop $2
55 ;;
56 *)
57 printf “\nUsage: $0 \n
58 start | stop : Inicia ou finaliza a aplicacao biserver\n
59 start adm | stop adm : Inicia ou finaliza o administration console\n\n”
60 ;;
61 esac
62 exit 0
63

CONFIGURANDO O pentaho-solutions

Para a configuração do pentaho-solutions, será necessário a modificação de 5 arquivos, as modificações estão destacadas e devem ser realizadas como usuário root:

  • pentaho-solutions/
    • system/
      • applicationContext-spring-security-jdbc.xml
      • applicationContext-spring-security-hibernate.properties
    • quartz/
      • quartz.properties
    • hibernate/
      • hibernate-settings.xml
      • postgresql.hibernate.cfg.xml

applicationContext-spring-security-jdbc.xml


Esse arquivo é responsável por setar a configuração de autenticação do sistema “Spring Security” utilizado pelo Pentaho BI Server.

Edite o arquivo e altere o seguinte bloco:

<!– This is only for Hypersonic. Please update this section for any other database you are using –>
<bean id=”dataSource”
>
<property name=”driverClassName” value=”org.postgresql.Driver” />
<property name=”url”
value=”jdbc:postgresql://localhost:5432/hibernate” />
<property name=”username” value=”hibuser” />
<property name=”password” value=”password” />
</bean>

As opções de configuração neste arquivo são:

  • driverClassName: O driver da classe de conexão com o banco, org.postgresql.Driver
  • url: Endereço url para o driver acessar a base de dados, jdbc:postgresql://<endereco ip>:<porta>/<banco>
  • username: Nome do usuário para acessar a base especificada
  • password: Senha do usuário informado

applicationContext-spring-security-hibernate.properties


Esse arquivo é responsável por setar as propriedades de segurança do “Spring”, habilitando a conexão com a base hibernate.

Edite o arquivo e altere o seguinte bloco:

jdbc.driver=org.postgresql.Driver
jdbc.url=jdbc:postgresql://localhost:5432/hibernate
jdbc.username=hibuser
jdbc.password=password
hibernate.dialect=org.hibernate.dialect.PostgreSQLDialect

As opções de configuração neste arquivo são:

  • jdbc.driver: O driver JDBC, org.postgresql.Driver
  • jdbc.url: Endereço url para o driver acessar
  • a base de dados, jdbc:postgresql://<endereco ip>:<porta>/<banco>

  • jdbc.username: Nome do usuário para acessar a base especificada
  • jdbc.password: Senha do usuário informado
  • hibernate.dialect: O dialeto que o hibernate necessita utilizar

quartz.properties


Edite o arquivo e altere o seguinte bloco na linha 300:

300 org.quartz.jobStore.driverDelegateClass = org.quartz.impl.jdbcjobstore.PostgreSQLDelegate

As opções de configuração neste arquivo são:

  • org.quartz.jobStore.driverDelegateClass: Configuração responsável por manter o agendamento de todas as configurações enviadas, como: jobs, triggers, calendários, etc.

hibernate-settings.xml


Esse arquivo é responsável por setar as configurações a serem utilizadas pelo hibernate. Edite o arquivo e altere o seguinte bloco:

15 <config-file>system/hibernate/postgresql.hibernate.cfg.xml</config-file>
postgresql.hibernate.cfg.xml


Edite o arquivo e altere o seguinte bloco:

<property name=”connection.driver_class”>org.postgresql.Driver</property>
<property name=”connection.url”>jdbc:postgresql://localhost:5432/hibernate</property>
<property name=”dialect”>org.hibernate.dialect.PostgreSQLDialect</property>
<property name=”connection.username”>hibuser</property>
<property name=”connection.password”>password</property>
<property name=”connection.pool_size”>10</property>
<property name=”show_sql”>false</property>
<property name=”hibernate.jdbc.use_streams_for_binary”>true</property>

As opções de configuração neste arquivo são:

  • connection.driver_class: O driver da classe de conexão com o banco, org.postgresql.Driver
  • connection.url: Endereço url para o driver acessar a base de dados, jdbc:postgresql://<endereco ip>:<porta>/<banco>
  • connection.username: Nome do usuário para acessar a base especificada
  • connection.password: Senha do usuário informado

CONFIGURANDO O Tomcat

Será necessário a modificação de 2 arquivos:

  • webapps/
    • pentaho/
      • WEB-INF/
        • web.xml
      • META-INF/
        • context.xml

web.xml


Esse arquivo é responsável pela configuração principal do tomcat e Pentaho, as configurações definem por onde ele será acessível.

<context-param>
<param-name>base-url</param-name>
<param-value>http://intranet.empresa.com.br:8080/pentaho/</param-value>
</context-param>
context.xml


Esse arquivo é responsável por modificar as configurações de conexão com o banco de dados.

<Context path=”/pentaho” docbase=”webapps/pentaho/”>
<Resource name=”jdbc/Hibernate” auth=”Container” type=”javax.sql.DataSource”
factory=”org.apache.commons.dbcp.BasicDataSourceFactory” maxActive=”20″ maxIdle=”5″ maxWait=”10000″ username=”hibuser” password=”password” driverClassName=”org.postgresql.Driver” url=”jdbc:postgresql://localhost:5432/hibernate” validationQuery=”select 1” />

<Resource name=”jdbc/Quartz” auth=”Container” type=”javax.sql.DataSource” factory=”org.apache.commons.dbcp.BasicDataSourceFactory” maxActive=”20″ maxIdle=”5″ maxWait=”10000″ username=”pentaho_user” password=”password” driverClassName=”org.postgresql.Driver” url=”jdbc:postgresql://localhost:5432/quartz” validationQuery=”select 1“/>
</Context>

As opções de configuração neste arquivo são:

  • driverClassName: O driver da classe de conexão com o banco, org.postgresql.Driver
  • url: Endereço url para o driver acessar a base de dados, jdbc:postgresql://<endereco ip>:<porta>/<banco>
  • username: Nome do usuário para acessar a base especificada
  • password: Senha do usuário informado
  • validationQuery: Query utilizada para testar a conexão com o banco.

CONFIGURANDO O administration console COM SUPORTE AO PostgreSQL

Esta foi uma parte que não encontrei em lugar algum, tive que fazer engenharia reversa do sistema e adaptá-lo. Existe uma contribuição minha na wiki do Pentaho.

Será necessário a modificação de 2 arquivos:

Copiar o driver responsável pela conexão ao postgresql para o diretório do administration-console:

Fazer o download do driver atual do PostgreSQL, note que há uma direfença entre usar a JDK 1.5 e 1.6, leia no site, entenda e baixe a correta.

cd /pentaho
wget http://jdbc.postgresql.org/download/postgresql-8.3-605.jdbc4.jar
rm -f /pentaho/biserver-ce/tomcat/common/lib/postgresql-8.2-504.jdbc3.jar
cp postgresql-8.3-605.jdbc4.jar /pentaho/biserver-ce/tomcat/common/lib/
cp biserver-ce/tomcat/common/lib/postgresql-8.3-605.jdbc4.jar administration-console/jdbc/

Configurar autenticação no PostgreSQL:

  • administration-console/
    • resource/
      • config/
        • login.conf
        • console.properties

login.conf – JDBCLoginModule


O módulo JDBCLoginModule armazena as configurações de usuário e senha e regras de acesso na base de dados, que por sua vez é acessado via driver JDBC. As configurações personalizadas de usuário, senha, tabelas e drivers são armazenadas no arquivo login.conf.

cd /biserver/pentaho/administration-console/resource/config
vi login.conf

JDBCLoginModule {
org.mortbay.jetty.plus.jaas.spi.JDBCLoginModule required
debug=”true”
dbUrl=”jdbc:postgresql://localhost:5432/hibernate”
dbUserName=”pentaho_user”
dbPassword=”password”
dbDriver=”org.postgresql.Driver”
userTable=”admconsole_users”
userField=”username”
credentialField=”credential”
userRoleTable=”admconsole_roles”
userRoleUserField=”userrole”
userRoleRoleField=”role”;
};

Você terá que adicionar todas as linhas no arquivo, isto é, remover as antigas e adicionar estas.

As opções de configuração desse arquivo são:

  • dbUrl: Endereço url para o driver acessar a base de dados, jdbc:postgresql://<endereco ip>:<porta>/<banco>
  • dbUserName: Nome do usuário para acessar a base especificada
  • dbPassword: Senha do usuário especificado
  • dbDriver: O driver da classe de conexão com o banco, org.postgresql.Driver
  • userTable: Nome da tabela de usuários
  • userField: Nome do campo do usuário
  • credentialField: Nome do campo de credenciais, senha.
  • UserRoleTable: Nome da tabela de regras
  • userRoleUserField: Nome do campo e regras do usuário
  • userRoleRoleField: Nome do campo de regras administrativas

A regra do banco deve satisfazer o seguinte retorno de consulta:

select credential from admconsole_users where username = ?;
select role from admconsole_roles where userrole = ?;
Abaixo segue o esquema de criação das tabelas e campos, uma vez conectado ao banco hibernate com usuário com poderes administrativos, fazer:

create table admconsole_users (
username character varying(60),
credential character varying(60)
);

create table admconsole_roles (
userrole character varying (60),
role character varying (60)
);

grant select on admconsole_users to pentaho_user;
grant select on admconsole_roles to pentaho_user;
insert into admconsole_users values (‘admin’, ‘admin’);
insert into admconsole_roles values (‘admin’, ’server-administrator’);

A consulta retornará os seguintes resultados:

hibernate=# select credential from admconsole_users where username = ‘admin’;
credential
————
admin
(1 row)

hibernate=# select role from admconsole_roles where userrole = ‘admin’;
role
———————-
server-administrator
(1 row)

console.properties


Esse arquivo é responsável por habilitar as configurações a serem utilizadas pelo JDBC para conexão do console-administration com o banco.

console.security.enabled=true
console.security.roles.allowed=Admin,server-administrator,content-administrator
console.security.roles.delimiter=,
console.security.realm.name=Pentaho
console.security.login.module.name=JDBCLoginModule
console.security.auth.config.path=resource/config/login.conf
console.security.callback.handler=org.mortbay.jetty.plus.jaas.callback.DefaultCallbackHandler

Aqui acaba a configuração, se você desejar SSL, o que não é nada mal para trafegar dados importantes sobre seu negócio, parta para a próxima etapa.

CONFIGURANDO SSL PARA PENTAHO/TOMCAT

Para garantir tráfego encriptado, foi configurado o suporte a SSL para o tomcat. Para criar o certificado deve-se proceder da seguinte forma, essa configuração deve ser realizada como usuário root:

cd /usr/lib/jvm/java-6-sun/bin
./keytool -genkey -alias pentaho -keyalg RSA -validity 3650
pass: 96957e0c81f921b7e9a36008652b11ad

What is your first and last name?
[4Linux]: Flavio Torres
What is the name of your organizational unit?
[4Linux]: IT
What is the name of your organization?
[4Linux]:
What is the name of your City or Locality?
[Sao Paulo]:
What is the name of your State or Province?
[SP]:
What is the two-letter country code for this unit?
[BR]:
Is CN=Flavio Torres, OU=IT, O=4Linux, L=Sao Paulo, ST=SP, C=BR correct?
[no]: yes

Enter key password for <tomcat>
(RETURN if same as keystore password):96957e0c81f921b7e9a36008652b11ad
Re-enter new password:96957e0c81f921b7e9a36008652b11ad

biserver:/usr/local/jre1.6.0_14/bin # ./keytool -list
Enter keystore password:96957e0c81f921b7e9a36008652b11ad

Keystore type: JKS
Keystore provider: SUN

Your keystore contains 1 entry

pentaho, Dec 11, 2009, PrivateKeyEntry,
Certificate fingerprint (MD5): *************

Pronto, criamos o certificado, obviamente vocês irão gerar outra senha, este é um md5 NÃO utilize-o.

Habilitando o suporte a SSL no tomcat:

cd /pentaho/biserver-ce/tomcat/conf
vi server.xml
110 <!– DESCOMENTAR ESTA LINHA (REMOVE-LA)
111 <Connector port=”8443″ maxHttpHeaderSize=”8192″
112 maxThreads=”150″ minSpareThreads=”25″ maxSpareThreads=”75″
113 enableLookups=”false” disableUploadTimeout=”true”
114 acceptCount=”100″ scheme=”https” secure=”true”
115 clientAuth=”false” sslProtocol=”TLS” keyAlias=”pentaho keystorePass=”96957e0c81f921b7e9a36008652b11ad“/>
116 –> DESCOMENTAR ESTA LINHA (REMOVE-LA)

fonte: http://www.flaviotorres.com.br/fnt/artigos/pentaho_35_postgresql.php

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fevereiro 28, 2010   No Comments

ExtBuilder editor visual para extJS, é um plugin do eclipse que pode ajudar o trabalho do desenvolvedor.

  1. certifique-se de eclipse versão é 3.2,3.3 ou 3.4 instalado com o GEF.
  2. site de download de atualização arquivados em http://code.google.com/p/extbuilder/downloads/list
  3. Clique em Help-> Software Updates-> Find and Install …-> busca de novos recursos para instalar, clique em Next
  4. Clique em New Archived Site-> Procure extbuilder_update.zip e clique em Abrir.
  5. Clique em OK e siga as instruções para instalar.
  6. Reinicie o eclipse

  1. Apatanta como instalar um plugin para Eclipse.
  2. Instale ExtBuilder para Eclipse

Nota: Studio Apatana retirados alguns plugins build-in do Eclipse, como o GEF, UTI, JDT, etc Se você quer definitivamente usar Studio Apatana sem eclipse, instale estes plguins primeiro.

  1. Clique em Windows> Preferences ..-> ExtJs Builder
  2. Clique no botão Browse para selecionar o diretório home ext.

  1. Clique em File-> New e selecione Web> ExtJs Page. um diálogo do assistente será exibido.
  2. Clique em Avançar
  3. Introduza o nome que você quiser
  4. Entrada de nome da classe que você quer, extbuilder criar uma classe em um arquivo, assim como o Java
  5. Introduza o nome do arquivo, o padrão é o nome da classe
  6. Selecione super classe, padrão é Ext.Panel, você também pode criar uma janela, selecione Ext.Window
  7. Clique em Concluir.
  8. Depois, há dois arquivos criados no Package Explorer, por exemplo: CorpSelectPanel.ext e CorpSelectPanel.js. O primeiro arquivo é usado por extbuilder, o segundo arquivo é o arquivo de script para você.

Antes de começar a editar uma página Ext, certifique-se de que você abriu vista de destaques e ver as propriedades. Se não, por favor clique em Janela-> Mostrar Exibir para abrir estes dois pontos de vista.

É um editor de páginas contém um editor de código-fonte e um editor de interface do usuário. No editor de código-fonte, você pode ver o código real extbuilder gerar para você. Por favor, o foco initUIComponents função. No editor de interface do usuário, você pode ver uma paleta na lateral esquerda e um navegador embutido na lateral direita. Com o browser embutido, você pode visualizar o código gerado pelo ExtBuilder.

A vista de destaque é uma árvore de componentes. Você pode selecionar componente específica na vista.

A opinião mais importante que você tem que lidar. Nesta exibição, você pode definir a configuração de um componente. Por exemplo: Para um componente Panel, você pode definir a propriedade de título para “myPanel ‘, a propriedade de layout para’ Fronteiras ‘, a propriedade largura de ‘100′, etc Para um componente GridPanel, você pode definir a propriedade de armazenar e propriedade colunas. Tudo o que você faz para alterar um componente em vigor imediatamente. Tanto o editor de código e editor de interface irá mudar. É uma boa maneira de observar as suas configurações como mudar a interface do usuário para o seu estilo queria.

No editor de interface do usuário, você pode ver uma paleta com alguns componentes em várias pastas. Extbuilder Agora suporta a maioria dos componentes na última Ext 2,2 Você pode clicar em um componente, como um painel, em seguida, mova o mouse para a vista, deve haver um componente chamado painel , é o componente de raiz de uma classe painel. Clique com o mouse novamente, o componente Painel de raiz tem agora um painel de criança. Da mesma forma, você pode usar todos os componentes e organizar a árvore de componentes como você deseja. Embora você possa pensar arrastar um componente e largá-lo para uma tela é melhor, mas isso significa ExtBuilder necessidade de implementar todos os componentes de desenho Ext, comportamento e layout em código Java. De minha opinião, este caminho é o caminho mais rápido para construir uma página GUI.

Componente Ext têm muitas propriedades. ExtBuilder dividir essas propriedades em duas categorias: comum propriedades e propriedades avançadas. Por padrão, apenas as propriedades comuns são mostrados, você pode mostrar as propriedades avançadas pelo clique no botão Avançado na barra superior de Propriedades de Visualização. Propriedades podem ser string, inteiro, na lista suspensa. Algumas propriedades especiais, como armazenar, barra de ferramentas, botões, colunas de modelo irá aparecer uma janela para definir usuário.

Há dois painéis, um pai, um filho.

  1. Criar uma nova página Ext
  2. Definir tilte o painel de raiz para ‘parentPanel’
  3. Adicionar um Painel de componente do painel de raiz
  4. Definir o título do painel de criança a ‘ChildPanel’
  5. Clique no painel pai na vista de destaques
  6. Definir layout do painel de pais para a ‘fronteira’
  7. Clique no painel infantil na vista de destaques
  8. Definir região do painel central para criança ‘

Porque Ext layout transfronteiras exige uma componente região centro, assim quando você definir o esquema de “fronteira”, e não definida a região do painel infantil de ‘centro’, você poderá ver alguma mensagem de erro no navegador, não é um bug do ExtBuilder. 

FormPanel

  1. Criar uma nova página Ext
  2. Adicionar um FormPanel a raiz do painel
  3. Definir o layout da coluna para FormPanel ‘
  4. Adicione dois painéis para FormPanel, defina a columnWidth ‘.5′
  5. Definir layout estes dois painéis de forma a ”
  6. Adicionar 4 TextField para Painel estes dois, cada um, dois

Então você começa um painel de duas forma de coluna

Cada painel Ext tem duas barras de ferramentas, tbar e bbar.

  1. Clique em um Painel de vista de destaques.
  2. Clique em Exibir Propriedades, seleccione a propriedade ou tbar bbar
  3. Clique no botão do lado direito’…’ mostrar barra de diálogo Configurações
  4. Na barra de diálogo Configurações, clique no botão Adicionar (+) para adicionar Button, Separator, Spacer, Preenchimento textitem e MenuButton.Menu de edição não está pronto na versão atual.
  5. Alterar o texto da barra de ferramentas de texto, por padrão, o manipulador é como “onButtonTextClick”. Naturalmente, é possível alterar o nome da função do manipulador.
  6. Então mude para o editor de código fonte, veja o que aconteceu.

          tbar: Ext.Toolbar novo ([(handler: function (botão, evento) (this.onButtonClick (botão, event);). CreateDelegate (este), text: "botão")])

Olhe para este bloco de código, eu uso um pequeno truque. Porque ExtBuilder precisa mostrar página de visualização para os usuários, alguns erros de javascript vai fazer a página de visualização de página em branco. Então eu tenho que fazer ele funciona bem quando os componentes do processador ext. Pode ter necessidade de escrever o seu próprio função de manipulador evento em sua classe. Por exemplo:

  ...,
       OnButtonClick: função (botão, evento) (
          / / Seu código aqui
       )

Cada painel tem um botão de propriedades. Só mesmo os botões da barra de ferramentas de edição, exceto o componente pode adicionar aqui é só Ext.Button. ButtonAlign Você pode usar o botão para alinhar à esquerda, direita ou centro.

ExtBuilder apoiar três painéis de grade. GridPanel, PagingGridPanel e EditorGridPanel. PagingGridPanel é um GridPanel com barra de paginação na parte inferior.

Loja pode ter dados remoto (HttpProxy) ou local (MemoryProxy). Aqui está um exemplo que usamos para construir MemoryProxy grade.

  1. Clique’…’ botão para mostrar Store diálogo Configurações
  2. Selecione MemoryProxy em BÁSICA
  3. Clique no botão de exemplo para gerar alguns dados aleatórios
  4. Clique no botão OK para salvar as configurações da loja.
  5. Adicionar loadData função em sala de aula
  6.   loadData: function () (
                     this.store1.load ();
         )

loja1 aqui é o nome do componente da loja.

  1. Adicione o código em função do construtor de classe
  2.   função system.CorpSelectPanel = (config) (
             Ext.applyIf (this, config);
             this.initUIComponents ();
             system.CorpSelectPanel.superclass.constructor.call (this);
             / / carregar dados loja aqui
             this.loadData ();
          );

Agora, você pode ver os dados na página de visualização. 

Font: http://code.google.com/p/extbuilder/wiki/UserGuide#Introduction

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fevereiro 22, 2010   No Comments

Gestão comercial usando Linux e Software Livre

Stoq é um aplicativos para gestão comercial desenvolvido pela Async Open Source

  • Controle de vendas e estoque
  • Client register (CRM)
  • Gestão de compras e estoque
  • Apuração de impostos
  • Impressão fiscal via ECF
  • Impressão de cheques
  • Desenvolvido em e para Linux

purchase

Veja mais em: http://www.stoq.com.br/pt-br/

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dezembro 27, 2009   No Comments