Category — Linux
Bloqueie conteúdo adulto sem instalação alguma em sua casa/escritório com o OpenDNS FamilyShield
O OpenDNS lançou a algum tempo um serviço chamado FamilyShield, que permite controlar o acesso a internet deixando assim estes computadores livres de conteúdo adulto, este serviço é gratuito e não requer contas ou assinaturas tão pouco downloads ou software para se instalar.

Configurando seu sistema Linux com os novos servidores DNS
Você pode configurar qualquer dispositivo/sistema que suporte configuração de DNS tais como roteadores, consoles, modens ADSL, Linux, Windows e Machintoches com este serviço, porém, aqui falarei somente do sistema Linux.
Pressione as teclas ALT + F2 e escreva:
gksu gedit /etc/resolv.conf
Pressione ENTER, substitua gedit pelo seu editor de textos, no KDE por exemplo você deverá usar o kedit, informe sua senha e pressione enter novamente.
Substitua os DNS atuais por estes: 208.67.222.123, 208.67.220.123, como mostrado na imagem abaixo.

Note que comentei os DNS que haviam antes no arquivo.
Você pode passar estas instruções para seu roteador também, veja aqui passo-a-passos para Windows, MAC, telefones e outros e neste link o passo-a-passo para rotear seu router.
Assim que fizer a configuração tente acessar algum site com conteúdo impróprio, você verá uma imagem como a seguinte.

Testando o funcionamento
Para testar a configuração o OpenDNS disponibiliza um link, isto ajuda, para quando estiver na casa de um amigo você não ter que acessar algum site adulto para ver se a configuração está funcionando bem.
Clique neste link: https://store.opendns.com/familyshield/welcome, você deverá ver uma imagem como esta:

Caso contrário a configuração não está correta.
julho 24, 2010 No Comments
Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like
Depois de lê-lo, o famoso “gerenciamento de pacotes” ficará mais claro. Basta apenas 10 minutos de seu tempo ocioso para aprender sobre este tópico de forma rápida e fácil.
Servirá também para todas as distros derivadas do Debian e que tenham condições de usar o apt-get/synaptic, mesmo que exista um instalador de pacotes próprio.
Mas o que é gerenciamento de pacotes? Nada mais que a decisão tomada em relação aos pacotes instalados no computador, os recursos que serão adicionados ou removidos, as configurações existentes, enfim, todo o processo advindo da necessidade que o usuário tem em relação ao sistema operacional que utiliza.
É muito comum o usuário iniciante sentir-se “perdido” no mundo Linux por desconhecer os programas e o que fazem. Além de instalá-los, vai depender de um conhecimento geral sobre os principais softwares que necessita para suas atividades diárias. Por isso colocamos uma lista de software equivalentes, para servir de guia.
Mas deixemos de papo e continuemos.
Porquê o apt-get/synaptic?
Porque, na minha opinião, não inventaram nada melhor do que ele neste anos todos. Nenhum gerenciador de pacotes que tivesse aquele “quê” de especial, que justificasse sua existência no lugar do apt-get/synaptic. Está disponível em todas as distros derivadas do Debian, instalado por padrão ou nos repositórios, sendo fácil sua instalação e configuração.
Apt significa “Advanced Packaging Tool” ou “Ferramenta Avançada de Empacotamento” e foi criada originalmente para o Debian. Na versão 6.0 do Conectiva Linux, já tinha sido portado para uso com pacotes rpm, compatível com outras distros que usam este sistema (1).
Usando o apt-get, você pode migrar para qualquer distro que o tenha disponível, evitando novo aprendizado para uma tarefa que já saiba fazer naquela ferramenta. Ele é usado via terminal, com o comando “apt-get” associado a:
update – adquire novas listas de pacotes.
upgrade – faz uma atualização.
install – instala novos pacotes
remove – remove um pacote.
source – faz o download de arquivos fonte.
build-dep – configura as dependências de compilação de pacotes fonte.
dist-upgrade – atualiza a distribuição, consulte apt-get(8).
dselect-upgrade – segue as seleções do dselect.
clean – apaga arquivos baixados para instalação.
autoclean – apaga arquivos antigos baixados para instalação.
check – verifica se não há dependências quebradas.
Mais as seguintes opções:
-h – texto de ajuda.
-q – saída logável, exceto para erros.
-qq – sem saída, exceto para erros.
-d – fazer o download apenas – NÃO instalar ou desempacotar arquivos.
-s – não-agir. Executar simulação de ordenação.
-y – assumir Sim para todas as perguntas, não pedir confirmação.
-f – tenta continuar se a checagem de integridade falhar.
-m – tenta continuar se os arquivos não podem ser localizados.
-u – mostra uma lista de pacotes atualizados também.
-b – constrói o pacote fonte depois de baixá-lo.
-c=? – ler esse arquivo de configuração.
-o=? – definir uma opção de configuração arbitrária, ex -o dir::cache=/tmp.
Para que complicar a vida? Você não precisa ficar usando o terminal para gerenciar seus pacotes no Ubuntu e Debian-like, pois é impossível ter uma visão abrangente desta forma. Veja a imagem que coloquei abaixo. Como ter uma idéia do que está ocorrendo com tanta informação na tela preta?
Para facilitar nossas vidas foi criada a interface gráfica “synaptic”:
Ele permite uma visão completa dos pacotes por instalar, instalados e os que não são mais necessários. Permite adicionar e remover repositórios, configurar o cache e muito mais. Com o synaptic qualquer usuário pode fazer um gerenciamento de softwares eficiente.
Mas é bom que você entenda uma diferença fundamental com o Windows. Neste, o compromisso da empresa licenciadora é de fornecer “apenas” o sistema operacional. Eventualmente um ou outro software em que ela deseja inserir-se num nicho específico, utilizando-se da base instalada. O uso de softwares adicionais depende da compra das licenças respectivas.
No Linux, instalando uma versão comercial ou não, seguirá uma quantidade “X” de softwares para as mais distintas funções: suíte office, browser, editor de imagem, MTA etc. Também estão disponíveis diversos programas que não precisam ser adquiridos separadamente.
Para usá-los, basta apenas uma conexão decente com a internet e escolher o que se quer. Nada mais do que isso. No meu entender, este é o grande barato do software livre: um mundo inteiro disponível a alguns cliques de mouse.
O que preciso para instalar programas com o apt-get/synaptic?
Para instalar pacotes com o apt-get/synaptic necessita-se de:
- uma conexão banda larga (preferência)
- configurar os repositórios
- atualizar a lista de repositórios
- baixar os pacotes desejados
Observe bem: apenas 4 passos, nem mais nem menos! Parece difícil?
A conexão com a banda larga não é objetivo deste trabalho e não será abordada. Passando à configuração dos repositórios, há duas formas de fazê-lo: num terminal ou na interface gráfica. Nenhum é melhor que o outro. Depende basicamente da preferência de cada usuário.
Repositório é um servidor que armazena os arquivos a serem baixados pelo apt, e seu endereço na web fica guardado num arquivo padrão chamado sources.list em /etc/apt. Abaixo mostro um fragmento do meu arquivo, com os endereços que utilizo no Ubuntu:
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic main restricted universe multiverse
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-updates main restricted universe multiverse
deb http://security.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-security main restricted universe multiverse
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-backports main restricted universe multiverse
deb http://archive.canonical.com/ubuntu/ karmic partner
# multimídia no ubuntu
deb http://packages.medibuntu.org/ karmic free non-free
Onde:
- deb – indica o tipo de pacote
- http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ – endereço onde se vai baixar pacotes
- karmic – versão da distribuição a ser baixados os pacotes
- main restricted universe multiverse – repositórios propriamente ditos
Você pode usar repositórios suportados oficialmente por sua distro ou de terceiros, assumindo os riscos pela segurança e atualização dos pacotes em questão. Veja no exemplo acima que adicionei o repositório do “medibuntu” para dar suporte multimídia extra ao Ubuntu. É desenvolvido por terceiros, entretanto com atualizações periódicas dos softwares.
Não se esqueça que cada repositório deverá obedecer a ordem acima, se o sources.list for editado manualmente. Mas se você o fizer pelo synaptic, olhe abaixo como deverá ficar (no caso, o mesmo repositório “medibuntu”):
Esta tela é acessada abrindo o “synaptic -> repositórios -> novo” e adicionando manualmente os dados como já visto.
Após você adicionar todos os repositórios de que deseje, está na hora de atualizar a base de dados de seu apt. Mas o que é isso? Simples! Baixa-se pacotes compactados com a relação de todos os softwares disponíveis para instalação. Quando você selecionar o software “X”, o apt vai baixá-lo no endereço em que está listado como existente.
Para fazer a atualização pelo terminal, rode no terminal:
$ sudo apt-get update
No synaptic, clique no botão “recarregar” e espere terminar o processo:
Se esta parte terminou sem nenhum sobressalto, você poderá receber a seguinte mensagem:
Isto significa que a lista de pacotes foi atualizada mas é preciso fazer o download da chave de autenticação. Esta chave é um código numérico que “comprova” a autenticidade dos pacotes de um referido repositório. Para baixá-la, podem ser utilizados dois métodos que você já sabe quais são: no terminal e na interface gráfica.
Esta chave varia em cada repositório, sendo que tomaremos como exemplo ainda o medibuntu, que é 2EBC26B60C5A2783.
Para baixá-la no terminal, faça:
$ sudo gpg –keyserver subkeys.pgp.net –recv 2EBC26B60C5A2783
$ sudo gpg –export –armor 2EBC26B60C5A2783 | sudo apt-key add -
$ sudo apt-get update
Ou então:
$ sudo apt-get install medibuntu-keyring
$ sudo apt-get update
No synaptic, basta procurar o pacote com o nome de “medibuntu-keyring” e marcá-lo para instalação com o botão direito do mouse. Aí basta apenas clicar no botão “aplicar”:
Prontinho! Agora é só instalar os pacotes que deseja, usando os comandos com o apt ou então pelo synaptic.
Instalando pacotes com o apt/synaptic
Agora que o mais chatinho já foi feito, vamos instalar softwares no Ubuntu e Debian-like sem maiores delongas. Este é o maior barato. A partir deste momento, basta usar o terminal ou a interface gráfica. Conectado à internet, escolha o que quiser e corra para o abraço da torcida.
Vamos mostrar um pequeno exemplo, instalando um visualizador de imagens. No caso, o gpicview. No terminal precisamos fazer:
$ sudo apt-get install gpicview
No synaptic, clique em “procurar” -> escreva o nome do pacote desejado -> “procurar” novamente. Clique com o botão direito do mouse -> marcar para instalação -> aplicar. A única limitação existente é a velocidade de sua conexão internet. O apt vai baixar e instalar o que foi pedido. Veja nosso exemplo:
Para desinstalá-lo, faça:
$ sudo apt-get remove gpicview
Ou no synaptic, repita a operação anterior optando no mouse por “marcar para remoção completa”. Também simples e fácil, sem nenhuma burocracia.
E para terminarmos este trabalho, aqui vai uma relação da equivalência entre softwares do Windows e do Linux, para servir de guia enquanto não se acostuma com os mesmos (2):
Microsoft Office – OpenOffice.org, Abiword/Gnumeric
Adobe Page Maker – Scribus
Descarregador de imagens do Windows – DigiKam
Delphi – Lazarus
Visual Basic – Gambas
3D Studio – Blender, PovRay
AutoCad – Qcad
Microsoft Money – KmyMoney
Internet Explorer – Firefox, Opera, Chrome, Midori, Arora
MS Outlook – Thunderbird, Evolution
Babylon – BabyTrans
eMule – aMule
Msn Messenger – aMsn, Emesene, Kmess, Kopete, Pidgin, Mercury
Desktop 3D – compiz
Windows Media Player – Kaffeine, Mplayer, Xine
Nero – K3B, brasero
PortSniffer – wireShark
Editor de imagem – gimp
PortScanner – Nessus
Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Instalando-pacotes-no-Ubuntu-e-distros-Debianlike
julho 23, 2010 No Comments
Tutorial de instalação do Ubuntu Control Center para um melhor gerenciamento de sua instalação do Ubuntu.
Instalação
Dependências/recomendações:
$ sudo apt-get install bum gparted gufw hardinfo startupmanager
Para a instalação do Font Manager e do Ubuntu Control Center, altere a arquitetura de i386 para amd64 se for o caso.
Font Manager:
$ wget http://font-manager.googlecode.com/files/font-manager_0.5.4-1_i386.deb
$ sudo dpkg -i font-manager_0.5.4-1_i386.deb
$ sudo apt-get -f install
Ubuntu Control Center:
$ wget http://ucc.googlecode.com/files/ucc_i386.deb
$ sudo dpkg -i ucc_i386.deb
$ sudo apt-get -f install
Utilização
O ícone do programa (UCC) fica disponível na seção Sistema do Menu Aplicativos, ao acioná-lo surge a limpa screen de inicialização:
O Ubuntu Control Center está dividido em 6 menus, que agrupam uma série de opções, vamos ver algumas delas.
Software Management (Central de Programas do Ubuntu, Gerenciador de Atualizações, Canais de Software, Mantenedor do Sistema, Criar Disco Inicializável e Gerenciador de Atualizações).
Hardware (Informações do Sistema, Drivers de hardware, Preferências do Monitor, Som, Teclado e Mouse e Impressoras).
Network and Internet (Conexões de Rede, Preferências de Proxy, Definições do Firewall UFW, Configurações para Bluetooth, Compartilhamento e Área de Trabalho Remota).
System (Aplicativos de Sessão, Aplicativos Preferenciais, Data e Hora, Idioma e Texto, BUM “Boot-Up Manager”, Font Manager, Visualizador de Logs e Abrir Nautilus como Administrador).
Local Disk (Utilitários de Unidades, GParted Partition Manager, Analisador de uso do Disco).
Personal Settings (Informações do Usuário, Configurações de Usuários, de Tela de Login, de Email, IMs e Ubuntu One).
julho 23, 2010 No Comments
Configurando rede no FreeBSD 7.0
julho 23, 2010 No Comments
Instalando e Configurando o MSN-Proxy
O msn-proxy é um proxy transparente para clientes MSN Mensenger que permite que você controle e monitore o uso do Messenger em sua rede. Possui as seguintes características:
- Suporte ao novo protocolo P2P
- Suporte a acls: “*mycompany@hotma*”
- Suporte a listas de permissões através de ACLs
- Suporte a envio de mensagens de controle
- Suporte a remover/adicionar usuários
- Suporte a procura por logs de usuários
- Suporte a remoção de logs de usuários
- Sistema de visualização de logs de usuários
- Suporte Messenger 9
- Monitor em tempo real
sabendo das informações acima, vamos ao que importa.
1 – Pacotes necessários
Para instalar o MSN-Proxy vamos precisar de alguns pacotes que não são instalados por padrão no Ubuntu Server e vamos dividi-los em Contidos nos Repositórios e os Para compilação.
1.1 – Contidos nos Repositórios
php5
apache2
mysql
make
gcc
g++
libmysqlclient15-dev
1.2 – Para Compilação
libevent
msn-proxy
2 – Procedimento de Instalação dos pacotes
2.1 – Contidos nos Repositórios
2.1.1 – instalando o suporte a php
sudo apt-get install php5 libapache2-mod-php5 php5-gd php5-imagick php5-mysql
Sera feita a verificação dos pacotes a serem instalados e suas respectivas de pendencias e vai ser pedido uma confirmação para instalação, aceite e o procedimento de download sera feito, ao termina, sera iniciada a instalação dos pacotes.
2.1.2 – Instalando o Apache v2
sudo apt-get install apache2
novamente sera feita a verificação de dependências e neste caso a instalação sera feita automaticamente.
2.2.3 – Instando o MySQL
sudo apt-get install mysql-server phpmyadmin
como nos outros verificação dos arquivos de instalação e dependências serão feitas, e o phpmyadmin foi adicionado para facilitar a administração do MySQL, a confirmação de instalação vai ser solicitada, confirme.
2.1.4 – Instalando a Lib Libmysqlclient15-dev
sudo apt-get install -f libmysqlclient15-dev
vai ser verificado as dependências e logo em seguida vai ser solicitada confirmação, confirme
2.1.5 – Instalado compiladores
sudo apt-get install make gcc g++
novamente vai ser verificado as dependências e por fim a confirmação, confirme.
3 – Para Compilação
3.1 – Instalando LibEvent
Inicialmente vamos baixar em diretório de sua escolha o pacote do libevent no site oficial acessando a seguinte url:
http://monkey.org/~provos/libevent-1.4.9-stable.tar.gz
3.1.1 – Procedimentos de instalação
Siga os procedimentos abaixo na ordem em que são disponibilizados que provavelmente nada de errado vai acontecer
tar -xvzf libevent-1.4.9-stable.tar.gz
cd libevent-1.4.9-stable
./configure
make
sudo make install
Finalizando com o comando acima a instalação ainda precisamos fazer uma intervenção no sistema para que a lib que foi instalada seja usada corretamente, para isso vamos proceder da seguinte maneira:
cd /usr/lib
sudo ln -s /usr/local/lib/libevent-1.4.so.2
com isso finalizamos a instalação do libevent.
3.2 – Instalando o MSN-Proxy
Vamos providenciar o download do pacote de instalação acessando o link abaixo:
http://ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/msn-proxy/msn-proxy-0.7.tar.gz
3.2.1 – Procedimentos de instalação
Siga os procedimentos abaixo na ordem em que são disponibilizados que provavelmente nada de errado vai acontecer
tar -xvzf msn-proxy-0.7.tar.gz
cd msn-proxy-0.7/
antes de iniciarmos a compilação é preciso alterar o arquivo Makefile, já que ele vem configurado para instalações em freebsd e para instalar no linux precisamos fazer o seguinte:
vim Makefile
procurar e comentar as seguintes linhas, deixe como abaixo
# FreeBSD
#MYSQLINC=/usr/local/include
#MYSQLLIB=/usr/local/lib/mysql
procurar e descomentar as seguintes linhas e deixe como abaixo:
# Linux (most)
MYSQLINC=/usr/lib/mysql
MYSQLLIB=/usr/local/mysql/lib/mysql
salve o arquivo e vamos iniciar o procedimento de instalação.
Siga os procedimentos abaixo na ordem em que são disponibilizados que provavelmente nada de errado vai acontecer
3.2.2 – Compilando
make
sudo make install
3.2.2.3 – Copiando arquivos
sudo cp -R php /var/www
sudo mv /var/www/php /var/www/msnproxy
3.2.3 – Editando arquivos de configuração
sudo vim /var/www/msnproxy/mysql.inc.php
Deixe como mostrado abaixo trocando os valores dos campos $user e $pass:
$host = “localhost”
$user = “usuário do banco”
$pass = “sanha do usuario”
$db = “msnproxy”
$port = “3306”
sudo vim /usr/local/etc/msn-proxy/mysql/conf
Deixe como mostrado abaixo trocando os valores dos campos usuario_banco e senha_user_banco:
localhost|3306|usuario_banco|senha_user_banco|msnproxy
sudo vim /etc/php5/apache2/php.ini
Deixe como mostrado abaixo:
safe_mode = On
safe_mode_gid = On
register_globals = On
display_errors = On
4 – Adicionando a Base de Dados e tabelas ao MySQL
O Msn-Proxy trabalha usando uma pequena base de dados que não é criada junto com a instalação, portanto vamos ter que cria-la, usando o phpmyadmin ou por linha de comando, abaixo exemplifico por linha de comando.
Primeiramente vamos acessar a console do MySQL executando:
mysql -u root -p
Para criar a base de dados, é só executar o comando abaixo, lembrando que se quiser mudar o nome da base é só trocar o que esta em msnproxy por um nome a sua escolha:
CREATE DATABASE `msnproxy`;
E finalizando com a saída da console:
quit
5 – Iniciando o MSN-Proxy
Para iniciar o programa vamos executar o seguinte comando:
sudo msn-proxy -d -i
A seguinte mensagem vai ser mostrada:
fail to read mysql config (check defaults table)
se esta mensagem acima for mostra isto quer dizer que nossa base de dados esta criada e que foi populada com as tabeles dos sistema com sucesso porem ainda falta adicionar alguns dados na tabela default para isso vamos seguir os seguintes passo:
mysql -u root -p
use msnproxy;
show tables;
a saída do comando acima tem que ser esta:
+——————–+
| Tables_in_msnproxy |
+——————–+
| contact_groups |
| contacts |
| defaults |
| log |
| sb |
| users |
+——————–+
Agora vamos inserir os dados que faltam para que o msn-proxy seja corretamente carregado:
INSERT INTO `defaults` ( `internal_host` , `connect` , `save_msg` , `save_contacts` , `commands` , `warnemail` , `warndn` , `warnmsg` , `msgfont` , `msgcolor` ) VALUES (’192.168.11.250′, ‘YES’, ‘YES’, ‘YES’, ’0′, ‘administrador@seudominio.com.br’, ‘Administrador do Sistema’, ‘Para sua segurança esta mensagem esta sendo monitorada.’, ‘Arial’, ‘black’);
Com este comando vamos adicionar na tabela default os seguintes dados:
- IP do servidor que esta instalado o MSN-Proxy
- O email do Administrador do Sistema
- A mensagem que sera mostrada ao usuário de que sua seção esta sendo monitorada
PS: troque os campos em negritos por 1- ip do servidor do MSN-Proxy ; 2 – email do administrador do sistema 3- mensagem de monitoria
Agora já podemos iniciar novamente o MSN-Proxy usando o comando:
sudo msn-proxy -d -i &
6 – Direcionando as conexões
Depois de iniciado o serviço os sistema esta no ar, porem ainda não estará gerenciando as conexões, para isso vamos ter que configurar no servidor a repassagem de pacotes ou IP FORWARD vamos também precisar habilitar o NAT e por fim vamos fazer com que todas as requisições com destino a porta 1863 do MSN seja direcionada para o próprio servidor. Segue abaixo o processo:
6.1 – Habilitando o IP Forward
O comando abaixo habilita o server a fazer a repassagem dos pacotes
sudo sysctl -w net.ipv4.ip_forward=1
para aceitar as configuração executamos:
sudo sysctl -p /etc/sysctl.conf
6.2 – Configurando o NAT
Para configurar o NAT no servidor vamos executar:
sudo iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE
6.3 – Configurando o redirecionamento do MSN
Vamos executar o seguinte comando:
sudo iptables -t nat -A PREROUTING -p tcp –dport 1863 -s <ip de rede da rede interna/mascara> -j REDIRECT
7 – acessando a interface de administração
O sistema MSN-Proxy possuí uma interface de administração web que pode ser acessada por qualquer browser apenas o direcionando para a seguinte URL:
http://IP_DO_SERVIDOR/msnproxy
Acessando esse endereço vamos ter acesso a seguinte tela inicial:
Interface bem simples e intuitiva com apenas o link para a tela de configurações gerais e um chebox para que seja mostrados os usuários que estão desconectados. Neste mesma tela vão ser mostrados os contatos que estiverem online na imagem 1 e se o chebox “Mostrar usuários offline” estiver marcado os usuários desconectados também como podemos ver abaixo na imagem 2.
Ainda na tela inicial, podemos interagir com algumas informações disponíveis na tela, uma dessas opções é a “Outras opções” onde vamos poder definir configurações individuais para o usuário como veremos abaixo:
Alem das configurações de bloqueis são disponibilizados informações sobre a “Ultima conexão” do usuário com data e hora e o “Ultimo IP” neste caso sera o IP da maquina da rede interna.
Mais abaixo estão disponíveis como vai se comportar o proxy para aquele usuário como alguns tipos de bloqueios, avisos e log de mensagens e contatos.
7.1 – Configurações Gerais
Nesta tela vamos configurar como o servidor vai se comportar para todos os clientes que vão ser administrados pelo proxy. A tele é a mesma mostrada para a configuração individual dos usuários, porem nesta tudo que for configurado aqui vai ser replicados para todos. Essas configurações só acrescentam as configurações individuais elas não sobrescrevem as opções já marcadas individualmente. A tela foi dividida blocos de configuração como veremos nos tópicos a seguir:
7.1.1 – Opções de Servidor, conexão e log
Neste bloco de configurações vamos poder definir:
- IP interno do proxy → IP configurado na placa de rede interna;
- Conexão → Permite que todos os usuários tenham permissão pra logar se a opção “SIM” estiver ativa caso a opção “NÃO” esteja ativa, só usuários cadastrados e ativos;
- Salvar mensagens → Se habilitado, faz o log todas as mensagens trocadas por todos os clientes
- Salvar lista de contatos → Se habilitado, salva a lista de contatos de todos os clientes
7.2 – Outras opções
Neste bloco de configurações vamos poder definir:
IP interno do proxy → IP configurado na placa de rede interna
Conexão → Permite que todos os usuários tenham permissão pra logar se a opção “SIM” estiver ativa caso a opção “NÃO” esteja ativa, só usuários cadastrados e ativos
Salvar mensagens → Se habilitado, loga todas as mensagens trocadas por todos os clientes
Salvar lista de contatos → Se habilitado, salva a lista de contatos de todos os clientes
8.2 – Outras opções
Neste bloco de configuração veremos as opções de restrições disponíveis a tela é totalmente explicativa onde podemos destacar o bloqueio de conexão por versão dos clientes MSN, bloqueio de transferência de arquivos, Aviso de monitoramento, Bloqueio de Winks e pedidos de atenção, entre outras.
7.3 – Aviso de monitoramento
Neste ultimo bloco vamos configurar a mensagem que sera enviada ao usuário logo que for mandada a primeira mensagem em chat, avisando que esta sessão esta sendo monitorada, onde podemos informar o email do administrador para possíveis contatos, o nome do administrador e a mensagem que vai ser enviada. Ainda podemos definir que tipo de fonte vai ser utilizada e a cor do texto.
Esta mensagem só sera mostrada se a opção “Avisa ao usuário que a mensagem esta sendo monitorada” do bloco outras opções estiver marcada.
8 – Tela de contatos dos usuários
Nesta tela vamos poder visualizar a lista de contatos dos usuários, tanto os conectados quantos os que estiverem desconectados, a finalidade desta tela é permitir ou bloquear (depende da politica) que o usuário possa falar com um o mais contatos de sua lista de contatos.
9 – Tela de log
Por fim, veremos a tela de log do MSN-Proxy, caso tenha habilitado esta funcionalidade todas a conversas vão ser logadas e vão estar disponíveis como vemos demonstrado abaixo na tela:
maio 15, 2010 No Comments
Tutorial instalação do Linux Ubuntu no VirtualBox
Usar uma Máquina Virtual é uma boa solução para trabalhar com Ubuntu ( ou qualquer outro SO ) quando não se tem acesso a outra máquina ou não querem criar uma nova partição para o instalar.
Assim, com este guia pretendo mostrar como é fácil criar uma Máquina Virtual no VirtualBox para instalar o Ubuntu. Os passos de instalação de Ubuntu são simples e encontram-se bem documentados pela net.
Nota: Irei designar “Máquina Virtual” por VM (Virtual Machine), como abreviatura usada internacionalmente.
O VirtualBox é uma aplicação de virtualização onde é possível criar máquinas virtuais para a instalação de diversos Sistemas Operativos, sem afectar o vosso sistema actual. Está disponível para Linux, Mac e Windows e é uma boa alternativa ao VMware e VirtualPC.
Vamos começar? (Depois do VirtualBox estar instalado)
No VirtualBox, carregar no Botão “Novo” (New), que irá abrir o “Assistente de Criação de Máquina Virtual” para criar uma nova VM.
1- Nome: Iremos dar um nome a nossa VM e o tipo de Sistema Operativo que irá ser instalado:
2- Memória : Escolher a quantidade de memória Ram que irá estar disponível para a VM, neste exemplo irei usar 384MB.
3- Disco Rígido Virtual : A VM irá estar instalada num disco rígido virtual. Este disco rígido virtual será visto por ti ou pelo sistema nativo como um simples ficheiro, mas dentro do VirtualBox é um Disco Rígido.
Para criar um novo, carregue em “Novo” que irá abrir o “Assistente de Criação de Discos Rígidos Virtuais”.
Temos 2 hipóteses a nossa disposição
- Armazenamento Expandido Dinamicamente: Vai ser usado espaço no teu sistema a medida que for necessário. Irá crescer dinamicamente a medida que o SO instalado precisar de espaço. Tem como desvantagem que a VM poderá ser um pouco mais lenta.
- Armazenamento de Tamanho Fixo: O espaço vai ser reservado na sua totalidade, criando um ficheiro com o tamanho do disco virtual que se desejar. O tempo de criação irá ser superior a opção anterior por causa desta reserva.
Neste exemplo as opções escolhidas foram:
- Armazenamento Expandido Dinamicamente
- Tamanho 6.00 GB (recomendo no mínimo 4GB)

Passando estes passos a Máquina Virtual está criada e aparece do lado esquerdo no VirtualBox.
Carregar no botão “Definições” vai dar acesso a mais opções da nossa VM. Agora chegou a altura de uns últimos detalhes.Na secção “Geral”, no separador “Avançado” é preciso escolher a opção “Activar PAE/NX” - NOTA: Está opção é necessária para o Ubuntu Server
Na secção “CD/DVD-ROM” devem activar a opção “Montar o Dispositivo CD/DVD” e escolher onde está o cd do Ubuntu – que pode ser físico ou um ISO (como neste exemplo)
Podem testar as outras opções e procurar mais informações na Internet, mas no âmbito desde Guia, está tudo pronto para instalar o Ubuntu
Agora só falta mesmo “Iniciar” a VM e escolher a opção “Instalar Ubuntu”. Será seguirem os passos da Instalação, que são simples, sem afectar a vossa máquina e está pronto a usar.
Obs:
- A placa de rede da VM vem como padrão em Modo NAT, por isso, desde que a vossa máquina tenha acesso a Net, a VM também irá ter sem precisar de nenhuma configuração extra;
- Tal como o nome indica, isto é uma Máquina Virtual. Não tem acesso, por exemplo, a placa gráfica que estiver instalada no computador. Assim não é necessário instalar drivers de nenhum hardware que esteja na vossa máquina.
maio 14, 2010 No Comments
Bacula-web – um programa web baseado em php para gestão de backups
Bacula-web é um programa web baseado em php que provê um sumário dos “jobs” que já foram executados. Ele obtém informações sobre o banco de dados do catálogo do Bacula, as quais utiliza para a elaboração de relatórios e estatísticas. Possui um ótimo aspecto gráfico, podendo ser utilizado, principalmente, como forma de informativo de nível gerrencial ou, até mesmo, para apresentação ao cliente.
Requisitos:
* Necessário um servidor web
* PHP instalado e funcionando no seu servidor web. Foram testadas as versões 4.3.4 e 5.0.4. Para mais informações sobre php, acesse: http://www.php.net
* Os seguintes pacotes devem ser instalados como parte do PHP:
* Gettext (opcional)
* GD 2.x ou maior
* TrueType (opcional)
* Pear DB (http://pear.php.net/package/DB)
* MySQL ou PostgreSQL
* O pacote dbsize “contrib” se você utiliza o PostgreSQL
* Bacula precisa estar instalado e funcionando, mas não precisa estar sendo executado para o uso do Bacula-web.
* O MySQL ou PostgreSQL precisa estar rodando.
















