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Principais Comandos e Diretórios no Linux

agosto 23, 2011 in Introdução, Linux

comandos linux

Esta referência mostra os principais comandos do Linux e a estrutura do sistema de arquivos, é indicada para aqueles que não conseguem suprir suas necessidades através da interface gráfica ou que estejam usando micros no modo texto.

Lembrete Importante

Nesta página não explico a sintaxe dos comandos ou seu funcionamento detalhado, para isso consulte as páginas de manual dos mesmos.

Para ler as páginas de manual digite “man nome_do_comando” ou ainda, dependendo da documentação você pode ter mais detalhes digitando “info nome_do_comando”.

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Estrutura de Diretórios

Esta estrutura é muito parecida sistemas Linux/BSD e, observando-se a logica, é possível entender as pastas que não estão nesta lista como por exemplo as que estão dentro do /usr/local (que tem a mesma estrutura do /usr).

/root – Diretório HOME do Superusuário.
/home – Diretório HOME dos usuários comuns.
/bin – Comandos utilizados durante o boot e por usuários comuns.
/sbin – Como os comandos do /bin só que não são utilizados pelos usuários comuns.
/proc – Sistema de arquivos virtual (na memória) com dados do Kernel.
/boot – Arquivos utilizados durante a inicicialização do sistema e o Kernel.
/dev – Dispositivos (modem, mouse, teclado, etc..).
/etc – Arquivos de configurações do sistema.
/etc/skel – Padrão de arquivos para o diretório HOME de novos usuários.
/etc/sysconfig – Arquivos de configuração do sistema para os dispositivos.
/mnt – Local onde são montados discos e volumes temporários (disquete, outros HDs, CD-ROM, etc..).
/tmp – Arquivos temporários do sistema utilizados antes da inicialização do sistema ter sido concluída.
/var – Contém arquivos que são modificados com o decorrer do uso do sistema (e-mail , temporários, filas de impressão, manuais).
/var/lib – Bibliotecas que mudam enquanto o sistema está rodando.
/var/local – Arquivos variáveis de programas que estão rodando.
/var/lock – Travas para indicar que um programa está utilizando um determinado dispositivo.
/var/log – Arquivos de log do sistema (erros, logins, etc..)
/var/run – Arquivos importantes ao sistema úteis até o próximo boot (atualizações de softwares e kernel).
/var/spool – Diretório de filas de impressão, e-mail e outros
/var/tmp – Arquivos temporários dos programas
/var/catman – Um cache para manuais que são formatados na hora de serem utilizados.
/lib – Bibliotecas compatilhadas necessárias pelos programas do sistema.
/lib/modules – Modulos externos do kernel para dispositivos e funções.
/usr – Contém arquivos de todos os programas e bilbiotecas para o uso dos usuários do Linux.
/usr/bin – Executáveis em geral.
/usr/sbin – Executávies de administração do sistema não necessários pelo kernel, como por exemplo servidores.
/usr/include – Arquivos para serem utilizados em linguagens de programação.
/usr/lib – Bibliotecas dos executávies encontrados no /usr/bin
/usr/local – Arquivos de programas instalados localmente (apenas para alguns usuários).
/usr/man – Manuais
/usr/info – Documentos de Informações
/usr/X11R6 – Arquivos do X Window System e seus aplicativos.

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Comandos do Sistema de Arquivos

Aqui estão os comandos para lidar com o sistema de arquivos (HDs, drives e partições de rede).

badblocks – Utilizado para encontrar defeitos físicos no HD.
cfdisk – Similar ao fdisk só que com uma interface melhorada.
df – Mostra o espaço livre no disco.
dosfsck Verifica e repara sistemas FAT do DOS.
du – Mostra o espaço que ocupa um diretório e os arquivos internos.
dump – Usado para fazer o backup de um sistema ext2. O complemento deste comando é o restore.
dumpe2fs – Faz o backup de blocos do HD e grupos.
e2fsck – Verifica um volume ext2 em busca de erros.
e2label – Muda o nome de uma partição ext2.
fdisk – Usado para criar, editar e apagar partições no HD.
fdformat – Formata um disquete.
mount – Usado para “montar” um sistema de arquivos. O complemento deste comando é o umount.
restore – Usado para restaurar um sistema ext2.
umount – Desmonta o sitema de arquivos. O complemento é o comando mount.
cdrecord – Grava CDs.
cdparanoia – Grava CDs de audio.

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Manipulação de arquivos e diretórios

cd – Muda para um diretório. Se você não especificar nada ele muda para seu diretório HOME.
chmod – Muda as permissões para acesso aos arquivos e diretórios (Escrita, Leitura, etc..)
chown – Muda o propritário e grupo de um arquivo ou diretório.
chgrp – Muda o grupo de um arquivo ou diretório.
cp – Copia os arquivos de um diretório/pasta para outro diretório/pasta.
dir – Lista o conteúdo de um diretório (preferir o comando “ls”).
find – Procura arquivos com determinadas características na árvore de diretórios.
ln – Cria um link simbólico para um arquivo.
ls – Lista os arquivos de um diretório.
mc – Midinght Commander. Um gerenciador de arquivos completo para o console. MUITO BOM!
mkdir – Cria um diretório.
mv – Move ou renomeia um arquivo.
rm – Exclui arquivos.
rmdir – Exclui um diretório vazio.
vdir – Lista o conteúdo de um diretório.
wheris – Localiza o executável, código fonte e manual de um comando.
ghomemover_console – Programa escrito por Daniel Brooke Peig que faz a mudança de diretórios alterando as referências a arquivos.

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Edição e visualização de arquivos

ed – Editor de Texto
emacs – Editor de texto mais completo.
gitview – Visualizador de arquivos Hexadecimais.
head – Mostra as primeiras linhas de um arquivo.
jed – Editor
joe – Editor
less – Usado para visualizar arquivos.
more – Usado para visualizar arquivos.
pico – Editor de textos simples.
tail – Mostra as últimas linhas de um arquivo.
vi – Editor com uma interface de linha de comando.

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Compressão de arquivos, backup e restauração

ar – Cria, modifica e extrai arquivos.
bunzip2 – Descompactador de arquivos bZIP2.
bzip2 – Compactador de arquivos bZIP2.
bzip2recover – Recupera arquivos bzip2 danificados.
compress – Comprime informações.
gunzip – Descompacta um arquivo GZip.
gzip – Compacta arquivos no formato GZip.
rpm – Instalador de programas (pacotes) do RedHat.
tar – Compacta grupos de arquivos.
uncompress – Descompacta informações.
unzip – Descompacta arquivos ZIP.
zip – Compactador de arquivos ZIP.

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Gerenciamento de processos e aplicativos

gitps – Um gerenciador de processos com interface gráfica.
killall – Fecham todos os processos por nome.
sa – Mostra informações sobre os processos que estão sendo executados pelos usuários.
top – Mostra os processos que estão ocupando a manior quantidade de recursos do sistema.
CTRL-C – Fecha o programa em questão.
& – No final de cada comando faz com que o aplicativo rode em background.

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Ajuda

apropos – Mostra todos os comandos com a tecla e sua descrição.
help – Ajuda para os comandos do bash.
man – Mostra o manual de um comando.
info – Similar aos manuais porém com uma organização diferente. Normalmente são mais detalhados.

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Rede

domainname – Mostra ou ajusta o nome de domínio do sistema.
hostname – Usado para mostrar ou atualizar o nome do micro na rede.
finger – Mosta informações sobre um determinado usuário.
ftp – Programa de transferência de arquivos.
ifconfig – Configura a interface de rede.
netconf – Interface gráfica do RedHat para confiurar a rede.
netconfig – Outra interface gráfica para a configuração da rede.
netstat – Mostra informações sobre as conexões à rede.
ping – Manda um echo ICMP para um determinado sistema da rede.
rcp – Copia arquivos entre diferentes hosts da rede.
rlogin – Inicia um terminal em um Host remoto.
route – Mostra e manipula a tabela de roteamento.
rsh – Executa um comando em um host da rede.
rup – Mostra o status de um sistema na rede.
showmount – Mostra informações de sistemas NFS monstados sobre a rede.
telnet – Interface para o protocolo Telnet.
traceroute – Mostra o caminho dos pacotes até um determinado host.

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Comunicações e e-mail

mailx – E-Mail.
lynx – Browser de Internet para o console.
pine – Programa para e-maisl, notícias e mensagens na rede.
sendmail – Muito popular, envia e-mails.
smail – Outro famosos sistema de e-mails mais fácil de usar que o sendmail.
talk – Permite a conversa entre dois micros.
tin – Leitor de Notícias.

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Modos de execução do sistema

exit – Termina o shell.
halt – Congela o sistema .
logout – Faz o logout do usuário.
poweroff – Desliga o computador.
reboot – Reinicia o computador.
startx – Inicia o X-Window System.

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Configuração do sistema

kernelcfg – Interface gráfica para a configuração do Kernel em Sistemas RedHat.
linuxconf – Sistema de configurações gerais do RedHat.
mouseconfig – Aplicativo RedHat para a configuração do mouse.
printtool – Aplicativo do RedHat para a configuração de impressão.
quota – Mostra o uso do disco e seus limites.
samba – Utilizado para ligar/desligar/reiniciar o Samba (cliente de redes Microsoft).
setserial – Muda/Mostra informações sobre as portas seriais.
setup – Configura os dispositivos e os sistemas de arquivos.
timeconfig – Utilitário da RedHat para a configuração do relógio.
sndconfig – Utilitário RedHat para a configuração da placa de som.

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Informações do sistema

df – Mostra o espaço livre em disco.
du – Mostra o uso do disco.
free – Mostra a memória livre do disco.
lspci – Lista os dispositivos PCI.
pnpdump – Mostra informações sobre os dispositivos ISA.
pstree – Mostra a árvore de processos.
tload – Imprime um gráfico com os recursos do sistema.
vmstat – Mostra as estatísticas da memória virtual.

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Gerenciamento de usuários

adduser – Adiciona um usuário ao sistema.
groupadd – Cria um novo grupo.
groupdel – Apaga um grupo.
groupmod – Modifica um grupo.
groups – Imprime os grupos de um usuário.
logname – Mostra o login name do usuário.
passwd – Muda a senha.
smbclient – Cliente para redes SAMBA.
smbmount – Monta um sistema de arquivos SAMBA (Windows).
su – Muda o usuário para único.
sulogin – Login do modo de único usuário.
useradd – Adiciona um usuário.
userdel – Apaga um usuário e seus arquivos.
usermod – Modifica um usuário.
w – Mostra os usuários logados e o que estão fazendo.
wall – Manda uma mensagem para todos no terminal.

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Softwares para backup linux, windows e Mac

dezembro 1, 2010 in Aplicativos, Backup, Linux, Redes, Samba, Segurança, Software

Se você está na indústria de TI ou você é um usuário avançado ou se você precisar ter uma ferramenta de backup pronta. Com esta ferramenta, você terá backups agendados, os backups de um tempo, backups locais, backups remotos, e muitos outros recursos. Aqui estão excelente soluções de backup para o sistema operacional Linux. Na verdade, alguns deles são realmente multi-plataforma e back-up Linux, Windows e / ou Mac.

fwbackups

È de longe, o mais fácil de todas as soluções de backup para Linux. É multiplataforma, tem uma interface amigável e pode fazer backups única ou recorrente backups agendados. A ferramenta fwbackups permite que você faça backups localmente ou remotamente em tar, tar.gz, tar.bZ, ou formato rsync. Você pode fazer backup de um computador inteiro ou um único arquivo. Ao contrário de muitos utilitários de backup, fwbackups é fácil de instalar, porque provavelmente será encontrada no repositório da sua distribuição. Tanto o backup ea restauração são incrivelmente fácil (mesmo agendar um remoto, backup agendada recorrente). Você também pode fazer backups incrementais ou diferenciais para acelerar o processo.

Bacula

Bacula é uma solução de backup poderoso do Linux, e é uma das poucas soluções de código aberto Linux backup que é realmente prontos para uma empresa. Mas, com esta disponibilidade da empresa vem de um nível de complexidade que não pode encontrar em qualquer outra solução. Ao contrário de muitas outras soluções, Bacula contém um número de componentes:

Director – Esta é a aplicação que supervisiona todas Bacula.
Console – Isso é como você se comunica com o Director Bacula.
File – Este é o aplicativo que é instalado na máquina para fazer o backup.
Storage – Esse aplicativo realiza a leitura e escrita para o seu espaço de armazenamento.
Catalog – Este aplicativo é responsável pelas bases de dados utilizadas.
Monitor – Este aplicativo permite a administrar a acompanhar a situação das diversas ferramentas do Bacula.

Bacula não é a melhor solução de backup para configurar e usar. É, no entanto, um dos mais poderosos. Então, se você está procurando poder e não estão preocupados em colocar no tempo para chegar até a velocidade com a configuração, Bacula é a sua solução.

Rsync

Rsync é uma das soluções de backup mais usado Linux. Com o rsync, você pode fazer flexível backups incrementais, seja localmente ou remotamente. Rsync pode atualizar árvores de diretório inteiras e sistemas de arquivos; preservar os laços, propriedades, permissões e privilégios; usar rsh, ssh, ou soquetes para conexão direta e apoio conexões anônimas. Rsync é uma ferramenta de linha de comando, apesar de front-ends disponíveis (como Grsync <http://freshmeat.net/projects/grsync/>). Mas o front-ends derrotar a flexibilidade de ter uma ferramenta de backup simples linha de comando. Uma das maiores vantagens de usar uma ferramenta de linha de comando é que você pode criar scripts simples de usar, em conjunto com o cron, para criar backups automatizados. Para isso, o rsync é perfeito.

Mondorescue

Mondorescue  é uma daquelas ferramentas que você tem em torno de recuperação de desastre, porque um dos seus pontos fortes é o backup de uma instalação inteira. Outro ponto forte da Mondorescue é que ele pode fazer backup de quase qualquer meio: CD, DVD, fita, NFS, duro, etc e Mondo suporta LVM 02/01, RAID, ext2, ext3, ext4, JFS, XFS, ReiserFS, e VFAT. Se o seu sistema de arquivo não estiver listado, há uma chamada no site da Mondo e-mail para os desenvolvedores de uma solicitação do sistema de arquivos e eles vão fazer o trabalho. Mondo é usado por grandes empresas, então você sabe que é confiável.

Simple backup solution

Simple backup solution com ele é possível fazer backup de arquivos e diretórios e permite expressões regulares a serem utilizados para fins de exclusão.
Como solução simple Backup utiliza arquivos compactados, não é a melhor solução para fazer backup de grandes quantidades de dados pré-comprimido (como arquivos multimídia). Uma das belezas da solução simple de backup é que inclui soluções de backup predefinidas que podem ser usados para fazer backup de diretórios, como / var, / etc /, / usr / local. SBS não está limitado a backups predefinidos. Você pode fazer cópias de segurança personalizados, backups manuais, e backups agendados. A interface de usuário é amigável. Uma das quedas da SBS é que ele não inclui uma solução de restauração como fwbackups faz.

Amanda

Amanda permite que um administrador para configurar um único servidor de backup e fazer backup de vários hosts para ele. É robusta e fiável. Um recurso interessante é que Amanda pode usar o Samba para fazer backup de clientes do Windows para o servidor de Amanda. É importante notar que, com Amanda, há pedidos separados para servidor e cliente. Para o servidor, apenas Amanda é necessário. Para o cliente, a aplicação Amanda cliente deve ser instalado.

Back In Time

O Back In Time lhe permite tirar fotos de listas pré-definidas e pode fazê-lo em uma programação. Esta ferramenta tem uma interface excelente e uma boa integração com o GNOME e KDE.
No entanto, ele não usa a compactação de backups, nem inclui uma ferramenta de restauração automatizada.
Esta é uma ferramenta somente desktop.

Box Backup

Box Backup é o único que não só é totalmente automatizada, mas ele pode usar criptografia para proteger seus backups. Box Backup utiliza tanto um daemon cliente e daemon do servidor, bem como um utilitário de restauração.
Box Backup usa certificados SSL para autenticar os clientes, assim as conexões estão seguras. Embora Box Backup é uma solução de linha de comando, é simples de configurar e implantar. Os dados são diretórios configurados, o servidor verifica os diretórios e, se novos dados for encontrado, ele é enviado para o servidor. Existem três componentes para instalar:
bbstored (daemon servidor de backup), bbackupd (daemon cliente), e bbackupquery (consulta de backup e restauração de ferramentas).
Box Backup está disponível para Linux, OpenBSD, Windows (Nativo only), NetBSD, FreeBSD, Darwin (OS X), e Solaris.

Kbackup

Kbackup é um utilitário de backup simples que faz o backup localmente, para qualquer mídia (disco rígido ou dispositivo montado) que pode ser gravado. Ele foi projetado para ser um dispositivo de backup que qualquer usuário pode tirar vantagem. Para esse efeito, é simples e não tem uma lista de recursos longa. Fora de ser capaz de fazer backup de arquivos e diretórios, a única característica outro é que o usuário pode salvar perfis de backup que pode ser aberto e apoiado rapidamente.
Kbackup usa o formato .tar para restaurar backups, que é muito simples de utilizar e  descompactar os arquivos de backup.

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Freedom-ERP – Software livre de Gestão Empresarial

novembro 25, 2010 in Aplicativos, Software

 

Freedom-ERP – É um software livre de Gestão Empresarial. Pode ser utilizado em estabelecimentos comerciais, varejistas, atacadistas e industriais. Dividido em vários módulos, atende a diversas necessidades de empresas em diferentes áreas de atuação.

O Freedom-STD reúne em um único módulo, diversas funcionalidades necessárias para agilizar e controlar os processos de uma empresa.

Contém as principais funcionalidades existentes nos demais módulos do Freedom-ERP, além de suas próprias funções. seguem abaixo algumas características:

Cadastros de clientes;
fornecedores,
transportadoras;
comissionados (vendedores);
Grupos de produtos,
produtos;
classificações fiscais;
Entradas,
Saídas;
Estoque;
Contas a pagar;
Contas a receber;
Caixa e Bancos;
Boletos bancários;
Envio de informações fiscais para a receita estatual (Sintegra);
Relatórios e graficos gerenciais e muito mais…

O Módulo Financeiro Freedom disponibiliza ferramentas para o total controle financeiro de sua empresa, como  contas a pagar, contas a receber,  movimentação bancária, emissão de recibos, emissão de boletos bancários com código de barras (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Bradesco), arquivos de remessa padrão CNAB e CIAC, baixa automática de títulos através de arquivos de retorno (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Bradesco).

O FreedomFNC também possui diversos relatórios e gráficos gerenciais de fluxo de caixa, contas a pagar, contas a receber, Balancetes por Centro de Custo, Razão financeiro, etc…

Gerência
Oferece uma perfeita visão da situação financeira através de relatórios de fluxo de caixa, gráficos, balancetes, etc…
Utiliza plano de contas gerencial com centros de custos de receitas e despesas por unidade de negócios.

Pagamentos/Recebimentos
É possível emitir boletos bancários no padrão febraban, diretamente pelo sistema, bem como a geração de arquivos de remessa de cobrança padrão CNAB (Banco do Brasil) ou SIACC (Caixa Econômica Federal).
Manutenção de contas a pagar e receber por critérios de vencimento, customizáveis por diversos filtros de pesquisa.

Confira mais modulos no site: http://sites.google.com/a/stpinf.com/freedom-erp/

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Instalando MacUbuntu no Ubuntu 10.10

novembro 11, 2010 in Aplicativos, Distribuições, Linux

O MacUbuntu é um programa que mexe totalmente na aparência do Ubuntu, deixando-o parecido com o Mac OS X. Alguns gostam e outros não. Mais descrições do programa podem ser obtidas em:
http://www.baixaki.com.br/linux/download/macbuntu.htm 

como também o download, obviamente. 

Infelizmente a versão do Baixaki não instala no Ubuntu 10.10, mas alterando-se o script de instalação ela poderá ser feita sem preocupações. 

Antes de instalar aqui no meu PC, desinstalei o Avant Window Manager para retirar as chances de haver algum conflito com o Docky, que será instalado. 
Alterando o script de instalação
Fazer isso é bem simples, com o programa descompactado em uma pasta, Macbuntu-10.04, vá em install.sh, dê duplo clique e selecione a opção “exibir” na janela que abrirá. 

Será mostrado o script no Gedit. 

Procure por: 

chk_system()
{
    echo “”
    echo “Checking Ubuntu version…”
    s=`cat /etc/issue | grep -i “$UBUNTU”`
    if [ ! -n "$s" ]; then
        echo “Failed. System not supported, script will end here”
        echo “To ignore their compatibility with current OS try ./install.sh force”
        echo “Exiting…”
        exit 1;
    fi
    echo “Passed”
}
 

 
 

Instalando MacUbuntu no Ubuntu 10.10

Instalando MacUbuntu no Ubuntu 10.10

 Exclua essa parte do script, salve e feche, depois é só clicar em install.sh de novo e selecionar a opção “executar em terminal” e fazer a instalação. Lembrando que se você não tem o compiz instalado, ele será instalado, portanto se seu computador não suportar os efeitos selecione opções coerentes durante a instalação.

Veja como ficou a UI do Ubuntu:

 
 

UI do Ubuntu

UI do Ubuntu

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Bloqueie conteúdo adulto sem instalação alguma em sua casa/escritório com o OpenDNS FamilyShield

julho 24, 2010 in Aplicativos, Internet, Linux, Segurança

O OpenDNS é um serviço gratuito de resolução de DNS que oferece os quatro servidores para uso público, mapeado para o servidor operacional mais próximo pelo roteamento Anycast.

O OpenDNS lançou a algum tempo um serviço chamado FamilyShield, que permite controlar o acesso a internet deixando assim estes computadores livres de conteúdo adulto, este serviço é gratuito e não requer contas ou assinaturas tão pouco downloads ou software para se instalar.

Configurando seu sistema Linux com os novos servidores DNS

Você pode configurar qualquer dispositivo/sistema que suporte configuração de DNS tais como roteadores, consoles, modens ADSL, Linux, Windows e Machintoches com este serviço, porém, aqui falarei somente do sistema Linux.

Pressione as teclas ALT + F2 e escreva:

gksu gedit /etc/resolv.conf

Pressione ENTER, substitua gedit pelo seu editor de textos, no KDE por exemplo você deverá usar o kedit, informe sua senha e pressione enter novamente.

Substitua os DNS atuais por estes: 208.67.222.123, 208.67.220.123, como mostrado na imagem abaixo.

Note que comentei os DNS que haviam antes no arquivo.

Você pode passar estas instruções para seu roteador também, veja aqui passo-a-passos para Windows, MAC, telefones e outros e neste link o passo-a-passo para rotear seu router.

Assim que fizer a configuração tente acessar algum site com conteúdo impróprio, você verá uma imagem como a seguinte.

Testando o funcionamento

Para testar a configuração o OpenDNS disponibiliza um link, isto ajuda, para quando estiver na casa de um amigo você não ter que acessar algum site adulto para ver se a configuração está funcionando bem.

Clique neste link: https://store.opendns.com/familyshield/welcome, você deverá ver uma imagem como esta:

Caso contrário a configuração não está correta.

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Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

julho 23, 2010 in Aplicativos, Configuração, Linux

Depois de lê-lo, o famoso “gerenciamento de pacotes” ficará mais claro. Basta apenas 10 minutos de seu tempo ocioso para aprender sobre este tópico de forma rápida e fácil.

Servirá também para todas as distros derivadas do Debian e que tenham condições de usar o apt-get/synaptic, mesmo que exista um instalador de pacotes próprio.

Mas o que é gerenciamento de pacotes? Nada mais que a decisão tomada em relação aos pacotes instalados no computador, os recursos que serão adicionados ou removidos, as configurações existentes, enfim, todo o processo advindo da necessidade que o usuário tem em relação ao sistema operacional que utiliza.

É muito comum o usuário iniciante sentir-se “perdido” no mundo Linux por desconhecer os programas e o que fazem. Além de instalá-los, vai depender de um conhecimento geral sobre os principais softwares que necessita para suas atividades diárias. Por isso colocamos uma lista de software equivalentes, para servir de guia.

Mas deixemos de papo e continuemos.

Porquê o apt-get/synaptic?

Porque, na minha opinião, não inventaram nada melhor do que ele neste anos todos. Nenhum gerenciador de pacotes que tivesse aquele “quê” de especial, que justificasse sua existência no lugar do apt-get/synaptic. Está disponível em todas as distros derivadas do Debian, instalado por padrão ou nos repositórios, sendo fácil sua instalação e configuração.

Apt significa “Advanced Packaging Tool” ou “Ferramenta Avançada de Empacotamento” e foi criada originalmente para o Debian. Na versão 6.0 do Conectiva Linux, já tinha sido portado para uso com pacotes rpm, compatível com outras distros que usam este sistema (1).

Usando o apt-get, você pode migrar para qualquer distro que o tenha disponível, evitando novo aprendizado para uma tarefa que já saiba fazer naquela ferramenta. Ele é usado via terminal, com o comando “apt-get” associado a:
update – adquire novas listas de pacotes.
upgrade – faz uma atualização.
install – instala novos pacotes
remove – remove um pacote.
source – faz o download de arquivos fonte.
build-dep – configura as dependências de compilação de pacotes fonte.
dist-upgrade – atualiza a distribuição, consulte apt-get(8).
dselect-upgrade – segue as seleções do dselect.
clean – apaga arquivos baixados para instalação.
autoclean – apaga arquivos antigos baixados para instalação.
check – verifica se não há dependências quebradas.

Mais as seguintes opções:
-h – texto de ajuda.
-q – saída logável, exceto para erros.
-qq – sem saída, exceto para erros.
-d – fazer o download apenas – NÃO instalar ou desempacotar arquivos.
-s – não-agir. Executar simulação de ordenação.
-y – assumir Sim para todas as perguntas, não pedir confirmação.
-f – tenta continuar se a checagem de integridade falhar.
-m – tenta continuar se os arquivos não podem ser localizados.
-u – mostra uma lista de pacotes atualizados também.
-b – constrói o pacote fonte depois de baixá-lo.
-c=? – ler esse arquivo de configuração.
-o=? – definir uma opção de configuração arbitrária, ex -o dir::cache=/tmp.

Para que complicar a vida? Você não precisa ficar usando o terminal para gerenciar seus pacotes no Ubuntu e Debian-like, pois é impossível ter uma visão abrangente desta forma. Veja a imagem que coloquei abaixo. Como ter uma idéia do que está ocorrendo com tanta informação na tela preta?

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Para facilitar nossas vidas foi criada a interface gráfica “synaptic”:

Ele permite uma visão completa dos pacotes por instalar, instalados e os que não são mais necessários. Permite adicionar e remover repositórios, configurar o cache e muito mais. Com o synaptic qualquer usuário pode fazer um gerenciamento de softwares eficiente.

Mas é bom que você entenda uma diferença fundamental com o Windows. Neste, o compromisso da empresa licenciadora é de fornecer “apenas” o sistema operacional. Eventualmente um ou outro software em que ela deseja inserir-se num nicho específico, utilizando-se da base instalada. O uso de softwares adicionais depende da compra das licenças respectivas.

No Linux, instalando uma versão comercial ou não, seguirá uma quantidade “X” de softwares para as mais distintas funções: suíte office, browser, editor de imagem, MTA etc. Também estão disponíveis diversos programas que não precisam ser adquiridos separadamente.

Para usá-los, basta apenas uma conexão decente com a internet e escolher o que se quer. Nada mais do que isso. No meu entender, este é o grande barato do software livre: um mundo inteiro disponível a alguns cliques de mouse.

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

O que preciso para instalar programas com o apt-get/synaptic?

Para instalar pacotes com o apt-get/synaptic necessita-se de:

  • uma conexão banda larga (preferência)
  • configurar os repositórios
  • atualizar a lista de repositórios
  • baixar os pacotes desejados

Observe bem: apenas 4 passos, nem mais nem menos! Parece difícil?

A conexão com a banda larga não é objetivo deste trabalho e não será abordada. Passando à configuração dos repositórios, há duas formas de fazê-lo: num terminal ou na interface gráfica. Nenhum é melhor que o outro. Depende basicamente da preferência de cada usuário.

Repositório é um servidor que armazena os arquivos a serem baixados pelo apt, e seu endereço na web fica guardado num arquivo padrão chamado sources.list em /etc/apt. Abaixo mostro um fragmento do meu arquivo, com os endereços que utilizo no Ubuntu:

deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic main restricted universe multiverse
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-updates main restricted universe multiverse
deb http://security.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-security main restricted universe multiverse
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ karmic-backports main restricted universe multiverse
deb http://archive.canonical.com/ubuntu/ karmic partner

# multimídia no ubuntu
deb http://packages.medibuntu.org/ karmic free non-free

Onde:

  • deb – indica o tipo de pacote
  • http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ – endereço onde se vai baixar pacotes
  • karmic – versão da distribuição a ser baixados os pacotes
  • main restricted universe multiverse – repositórios propriamente ditos

Você pode usar repositórios suportados oficialmente por sua distro ou de terceiros, assumindo os riscos pela segurança e atualização dos pacotes em questão. Veja no exemplo acima que adicionei o repositório do “medibuntu” para dar suporte multimídia extra ao Ubuntu. É desenvolvido por terceiros, entretanto com atualizações periódicas dos softwares.

Não se esqueça que cada repositório deverá obedecer a ordem acima, se o sources.list for editado manualmente. Mas se você o fizer pelo synaptic, olhe abaixo como deverá ficar (no caso, o mesmo repositório “medibuntu”):

deb http://packages.medibuntu.org/ karmic free non-free
Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Esta tela é acessada abrindo o “synaptic -> repositórios -> novo” e adicionando manualmente os dados como já visto.

Após você adicionar todos os repositórios de que deseje, está na hora de atualizar a base de dados de seu apt. Mas o que é isso? Simples! Baixa-se pacotes compactados com a relação de todos os softwares disponíveis para instalação. Quando você selecionar o software “X”, o apt vai baixá-lo no endereço em que está listado como existente.

Para fazer a atualização pelo terminal, rode no terminal:

$ sudo apt-get update

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

No synaptic, clique no botão “recarregar” e espere terminar o processo:

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Se esta parte terminou sem nenhum sobressalto, você poderá receber a seguinte mensagem:

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like
Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Isto significa que a lista de pacotes foi atualizada mas é preciso fazer o download da chave de autenticação. Esta chave é um código numérico que “comprova” a autenticidade dos pacotes de um referido repositório. Para baixá-la, podem ser utilizados dois métodos que você já sabe quais são: no terminal e na interface gráfica.

Esta chave varia em cada repositório, sendo que tomaremos como exemplo ainda o medibuntu, que é 2EBC26B60C5A2783.

Para baixá-la no terminal, faça:

$ sudo gpg –keyserver subkeys.pgp.net –recv 2EBC26B60C5A2783
$ sudo gpg –export –armor 2EBC26B60C5A2783 | sudo apt-key add -
$ sudo apt-get update

Ou então:

$ sudo apt-get install medibuntu-keyring
$ sudo apt-get update

No synaptic, basta procurar o pacote com o nome de “medibuntu-keyring” e marcá-lo para instalação com o botão direito do mouse. Aí basta apenas clicar no botão “aplicar”:

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Prontinho! Agora é só instalar os pacotes que deseja, usando os comandos com o apt ou então pelo synaptic.

Instalando pacotes com o apt/synaptic

Agora que o mais chatinho já foi feito, vamos instalar softwares no Ubuntu e Debian-like sem maiores delongas. Este é o maior barato. A partir deste momento, basta usar o terminal ou a interface gráfica. Conectado à internet, escolha o que quiser e corra para o abraço da torcida.

Vamos mostrar um pequeno exemplo, instalando um visualizador de imagens. No caso, o gpicview. No terminal precisamos fazer:

$ sudo apt-get install gpicview

No synaptic, clique em “procurar” -> escreva o nome do pacote desejado -> “procurar” novamente. Clique com o botão direito do mouse -> marcar para instalação -> aplicar. A única limitação existente é a velocidade de sua conexão internet. O apt vai baixar e instalar o que foi pedido. Veja nosso exemplo:

Linux: Instalando pacotes no Ubuntu e distros Debian-like

Para desinstalá-lo, faça:

$ sudo apt-get remove gpicview

Ou no synaptic, repita a operação anterior optando no mouse por “marcar para remoção completa”. Também simples e fácil, sem nenhuma burocracia.

E para terminarmos este trabalho, aqui vai uma relação da equivalência entre softwares do Windows e do Linux, para servir de guia enquanto não se acostuma com os mesmos (2):

Microsoft Office – OpenOffice.org, Abiword/Gnumeric
Adobe Page Maker – Scribus
Descarregador de imagens do Windows – DigiKam
Delphi – Lazarus
Visual Basic – Gambas
3D Studio – Blender, PovRay
AutoCad – Qcad
Microsoft Money – KmyMoney
Internet Explorer – Firefox, Opera, Chrome, Midori, Arora
MS Outlook – Thunderbird, Evolution
Babylon – BabyTrans
eMule – aMule
Msn Messenger – aMsn, Emesene, Kmess, Kopete, Pidgin, Mercury
Desktop 3D – compiz
Windows Media Player – Kaffeine, Mplayer, Xine
Nero – K3B, brasero
PortSniffer – wireShark
Editor de imagem – gimp
PortScanner – Nessus
Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Instalando-pacotes-no-Ubuntu-e-distros-Debianlike

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